Sinto que tu pensas
ou melhor achas
que te enganei
e com isso te magoei
peço-te perdão
do fundo do meu coração
gostava de ter o poder
para isto mudar
ou mesmo apagar
e tu poderes ver
o tamanho do meu amor
e a minha grande dor
por te ter magoado
por ter falhado
preciso de ti amor
afaga-me nesta dor
Luísa, vais casar
deixas de namorar
tudo vai mudar
até mesmo o ar
com que vais andar
e para todos olhar
vais estar casada
e bem amarrada
e quando te sentires mal
que ele não era o tal
só tens que os olhos fechar
e logo vais recordar
o que é ser amada
respeitada e desejada
don’t worry be happy
Todos temos ideias diferentes sobre o céu, mesmo o que não acreditam no céu.
Mas algumas vezes temos a possibilidade de ter uma visão do céu na terra.
Pode ser uma caricia na face, uma frase deliciosa, ou uma noite de amor.
Não interessao tempo que dura, um segundo, um minuto, horas, o que interessa é a maneira como nos marca.
E todos ao longo da vida sentimos isso, um momento em que sentimos que tocamos o céu.
Ontem tive alguns segundos dessa sensação, algo que já não acontecia há algum tempo. E a sensação foi espetacular.
É claro que gostaria que todos os segundos fossem assim, mas sabemos que a vida não é um céu, mas são estes momentos, segundos, que nos dão a vontade de prosseguir e ter mais desses momentos.
Visões do Céu na terra
Adeus Portugal
país ingrato que não me soube querer,
sei que fui eleito por 4 anos
mas só porque vocês estavam chateados,
com o Guterres que se pirou
e agora eu faço o mesmo e vou
para a Europa que me espera,
de braços abertos e dinheiro na mão,
pois essa é a minha direcção,
fui derrotado nas europeias mas agora
sou o maior, todos me querem
excepto vós, seus ingratos portugueses
ainda ides chorar para eu voltar
e eu de Bruxelas vou-me rir
com as asneiras do Santana
e as tropelias do Portas
ficai com a Leite e o Bagão
que vão dar cabo da nação
eu fico com a Europa que só vai
dar muitas alegrias
Adeus Portugal
Chuva
Lá fora cai a chuva
Olho pela janela
e penso nela
vejo o reflexo da sua imagem
como uma miragem
Chuva
Lá fora cai a chuva
Saio lá para fora
quero-a ver agora
fico todo molhado
e desconsolado
Chuva
Lá fora cai a chuva
Sinto-a presente
mesmo estando ausente
não quero magoá-la
só a quero amá-la
Chuva
Lá fora cai a chuva
Sim, deve haver novas eleições, porque com esta instabilidade toda nenhum parrtido se pode arrogar o direito a governar o país. Está na altura de novas eleições.
E já agora, os europeus que fiquem com o Durão durante muito tempo que ele não faz cá falta nenhuma, e podiam levar também a Ferreira Leite, o Bagão Felix e acima de todos o Paulo Portas.
A Europa já lá vai, o Durão está-se a ir, Sampaio, Sampaio, dá-me uma eleição para eu subir
A eleição já se acabou, o Durão está-se acabar, Sampaio, Sampaio dá-me lá o cargo para eu mandar...
Nem que corras
saltes ou fujas
ao meu amor não escapas
podes não me querer
nem sequer ver
nem assim o meu amor
vai morrer
nada te posso oferecer
ou sequer prometer
a não ser o meu amor
para te dar e mostrar
se me quiseres
se me aceitares
paciente vais ter de ser
para eu de ti todo ser
Hoje estou um pouco irritado com tudo o que se passa à minha volta, portanto é o blog que sofre as consequências. Poderia aqui falar do mundo, do terrorismo, do degolar mais um refém no Iraque, de tantas outras coisas, mas apetece-me reflectir sobre as relações entre as pessoas em Portugal.
Estamos num país que se afunda a cada momento, mas todos só pensamos no em nós mesmos, vimos uma corrida desenfreada para o IKEA, sim tem preços mais baratos, deu emprego a 500 pessoas, mas, e este pensamento pode-se aplicar a uma data de outras areas, quantas pessoas vão ficar desempregadas pelos preços mais baixos impossiveis de conseguir nas empresas portuguesas que terão que fechar as portas?
É que abrir uma grande superficie não é um crecimento da economia mas sim uma redução da mesma, abrir uma fábrica é um crescimento porque os bens produzidos vão trazer riqueza ao país, uma grande superficie vai trazer riqueza aos países onde são construidos os bens lá vendidos, o que no caso da IKEA é quase tudo fora da Portugal.
É a lei do mercado dirão uns, é o capitalismo gritarão outros. Eu pessoalmente estou-me borrifando, para não dizer pior sobre a razão disto acontecer.
O que eu gostaria que aparecesse n um telejornal era a abertura duma fábrica que desse emprego a 500 novos trabalhadores, isso é que é uma grande noticia, iria criar riqueza bem necessitada a este país.
E voltando às nossas relações, já repararam que cada vez mais há um fosso entre o trabalhador e o patrão?
Já repararam que quem é rico continua rico e não sente a crise, quem é classe média se vê à rasca para sobreviver ao fim do mês e quem é pobre só pode rezar por um milagre.
Em vez de se falar em criar postos de trabalho, em incentivar o investimentos em Portugal, ouvimos disparates como incentivar os nossos investidores a investirem em países estrangeiros.
Hoje em dia numa empresa o empregado é visto como um calaceiro, que ganha muito e trabalha pouco.
O patrão é visto como um filho da puta que estoura o dinheiro em bons carros, amantes e viagens ao estrangeiro.
Assim nunca poderá haver produtividade, e a produtividade não se alcança por as pessoas faltarem menos ao trabalho, há muitas maneiras de passar o dia a fazer de conta que se trabalha.
Só conversando, apoiando, incentivando os trabalhadores é que estes mudarão a sua maneira de trabalhar. De que serve obrigar as pessoas a ficarem depois da hora de trabalho não lhe pagando horas extras, a produtividade não aumenta, senão eramos os melhores da Europa, aumenta isso sim o desconforto, a revolta, o não se interessar pela empresa.
E as relações entre colegas de trabalho também não é a melhor, a intriga e a inveja prejudicam os próprios e a empresa.
Alguém dizia-me que eu devia estar no bloco de esquerda, desculpem, mas eles não têm ideias que se possam aplicar. Sem patrões não há investimento e sem investimento não há emprego.
Eu sou a favor da justiça, quer seja do patrão ou do empregado, mas sem eles conversarem este país nunca mais vai para a frente, e ou a Europa tem uma retoma em condições ou os efeitos do Euro desaparecem num instante.
E odeio quando se usam truques baixos e grosseiros para se maltratar os outros. Se se quer despedir alguém utilize-se meios mormais, abertos, limpos.
Deixem de pensar só em vós próprios.
Pois é, tivemos o primeiro adepto estrangeiro morto por causa dum assalto. Alguém sofreu o que nós constantemente sofremos, o medo de sermos assaltados. Já é tempo do estado reconhecer que a nivel de segurança para todos os portugueses não são os atentados terroristas que nos preocupam, e que a criminalidade devia ser um ponto fucral em todo o esquema de segurança nacional.
Mas é claro que com a policia desmotivada, sem meios e sem apoio não se vai longe. E quando acabar o Euro vamos tê-los em greve, porque lhes foram feitas promessas que aposto não vão ser cumpridas. Estou a lembrar-me por exemplo das horas extras dos funcionários do serviço de estrangeiros e fronteiras que aposto não serão pagos tão cedo apesar da promessa governamental.
Os trabalhadores da carris e do metro é que estão certos, desde janeiro à espera que lhes resolvam as reinvidicações resolveram fazer greve quando chama mais atenção, e o que faz o nosso governo? Apela a um chamado patriotismo!
O estado é que devia ter sido patriotico e resolvido todos estes problemas com antecedência. Mas como é um governo surdo e autista não admira, as eleições europeias não lhe ensinaram nada, os hábitos do posso quero e mando sem escutar ninguém continuam.
Eu apoio a greve da Carris e Metro, não sou empregado em nenhuma delas, vou ser prejudicado mas não me importo, porque se eu estivesse na situação deles faria o mesmo.
Sentei-me numa pilha
e olhei para ti minha filha
pensei no quanto te amo
no quanto a tua falta sinto
trazes-me alegria para o dia
diversão ao meu coração
quando sorris e ris
o meu coração rejubila
assim como quando choras
o meu coração sofre
és o meu grande amor
a minha pequena paixão
em ti penso todos os dias
para ti me levanto todas as manhãs
mais tarde entenderás
que tudo o que eu pensei,
passei, e fiz
foi pelo meu amor por ti,
minha adorada filha.
Na vida passamos por encruzilhadas, podemos deparar com becos e em alguns casos precipicios.
As encruzilhadas são as que muitas vezes são fáceis de resolver, o casamento por exemplo é uma encruzilhada.
Os becos são situações em que só voltando para trás são resolvidas, apesar que algumas vezes se transformam em prisões emocionais das quais só saímos quando descobrimos a chave do amor.
Os precipicios infelizmente levam algumas pessoas à morte, pois não conseguiram encontrar a ponte de fuga ao mesmo.
As encruzilhadas podem levar a becos ou precipicios, infelizmente na maior parte das vezes não sabemos isso à partida.
Os becos que se tornam prisões podem levar a precipicios ou encruzilhadas.
E as pontes de fuga dos precipicios regra geral levam a encruzilhadas.
É claro que muitas encruzilhadas são fáceis de decidir, a maior parte delas, o pior é quando a encruzilhada nos apresenta soluções que não nos agradam de todo. é escolher o mal menor, o que nunca é uma boa solução, é a solução possivel.
No caso dos becos/prisões muitas vezes acabamos por nos habituar e até esquecemos, (como se fosse possivel) o quanto não gostamos da situação.
E quando estamos em prisões continuamos a ter encruzilhadas e até precipicios.
A nossa vida é feita de encruzilhadas, alguns becos, uma ou outra prisão, e se possivel sem precipicios.
O amor, como o procuro
mas nunca o encontro
quando penso que o tenho
quando julgo que o apanho
verifico que me enganei
e que com nada fiquei.
Procuro novamente
quase desesperadamente
por esse amor fugidio
alegre e vadio.
Estará neste rosto ou noutro
nesta cidade ou porto
nesta rua ou boite
neste dia ou noite.
Será uma miragem
ou é a tua imagem
será que é agora
o amor lá fora
perco-me em perseguições
em procura de corações
que me queiram dar paixão
e amor ao meu coração.
Depois dum inicio desastroso Scolari corrigiu e aí estamos nos quartos de final, e tudo nos é permitido sonhar. Viva Portugal
Por motivos fora do meu controle as imagens que tinha no meu blog estão out. Espero resolver o assunto rapidamente.
Sensual
Sensual, tu és muito sensual
tu és a tal
pela qual os meus joelhos tremem
e os meus dentes gemem
por ti me desfaço
nem sei o que faço
Sensual, tu és muito sensual
tu és a tal
a quem eu quero beijar
e o meu amor dar
contigo fico sem fôlego
pareço um tolo
Sensual, tu és muito sensual
tu és a tal
pela qual o meu coração bate
e minha cabeça parte
sem destino nem retorno
no Verão ou Inverno
Sensual, tu és muito sensual
tu és a tal
a quem eu quero amar
ter, ver, levar
para onde quer que eu vá
mas tem de ser já
Sensual, tu és muito sensual
tu és a tal
Na vida passamos por situações incomodas, o zipper das calças que está aberto e não notamos é uma delas. É claro que há muitas outras piores, e muitas vezes não nos dizem respeito directamente mas nas quais nos vemos envolvidos. E se diz respeito a pessoas amigas ainda pior se torna o caso.
Podemos ser obrigados pelas circunstâncias a agir contra a nossa vontade mas com a certeza de que se fizermos algo nos vamos prejudicar, e possivelmente piorar a situação da outra pessoa.
E ficamos sempre com uma sensação de mau gosto na boca, por estarmos envolvidos nessa situação sem querermos, até apetece dizer resolvam o problema entre vós e deixem-me em paz.
Acho que prefiro ter o zipper das calças aberto.
Amor, quando tu chegas
tudo tu agarras
tudo tu levas
tudo tu despedaças
quando és sentido
tens de ser vivido
para logo ser perdido
e não ser encontrado
Não tens meio termo
apareces num lugar ermo
ou cheio de riqueza
és fonte de alegria
alma de poesia
riqueza na pobreza
Amor, quando tu chegas
tudo tu agarras
tudo tu levas
tudo tu despedaças
Leva-me contigo
fica aqui comigo
desperta a paixão
enche o coração
Durante a minha vida dei comigo a maldizer a minha sorte. E porquê? Porque por alguma razão perdia uma ou outra oportunidade, quer seja apertar a mão e conversar com alguém conhecido, quer declarar-me a alguém, ou ganhar algo.
Por minutos ou segundos podemos perder uma oportunidade, por estarmos distraidos, ou a dormir, ou a fazer algo que nos impede de agarrar a oportunidade.
Ontem aconteceu-me isso, queria ter estado acordado às 3 horas da manhã, teria a oportunidade de fazer algo que seria importante para alguém e para mim, mas como é normal estava a dormir.
E agora fica esta sensação de ter perdido algo importante, de ter deixado escapar uma oportunidade.
Algumas vezes sinto-me um especialista em oportunidades perdidas que por uma outa razão não consegui agarrar. Se calhar é impressão, se calhar é verdade, o que é certo é que detesto esta sensação de ter falhado algo.
Só tenho que ter a esperança que na próxima oportunidade não esteja a dormir ou no WC
Eu sei que sou
o que penso que sou,
eu sei que não sou
quem desejaria ser,
mas não posso ser
o que os outros pensam que sou,
quem eu não sou
nem gostaria de ser,
pode que venha a ser
o que não sou
mas gostaria de ser,
mas agora sou
aquilo que sou
e que posso ser
Mas que é esta merda, é masoquismo?!?!?!? Quer dizer anteontem houve pancadaria, ontem à noite voltou haver, e se não fecham os bares à noite é certo que hoje vai voltar haver.
Algumas vezes na vida sentimos que a mesma está em stand-by, à espera de algo.
A minha neste momento está nesse caso. Espera que factores fora do meu controle se definam para ver o rumo que ela toma. Poder-se-á falar de destino, mas nestas alturas gostariamos que tudo se resolvesse muito rapidamente, e nunca é esse o caso. Mas essa espera pode ser desesperante e levar-nos a tomar atitudes precipitadas. Neste momento estou um pouco farto da espera, da definição, do acontecer, de tudo. Gostava de poder ter maneira de apressar tudo, mas na nossa vida as nossas decisões só podem ser tomadas em virtude dos acontecimentos, é claro que os podemos precipitar, mas raramente isso tem um bom resultado.Como se costuma dizer, devagar se vai ao longe. Gostava que aconteça algo quer seja positivo ou negativo, mas que me leve a tomar uma decisão, mas nada disso aparece no horizonte por isso só me resta esperar, com calma e paciência, mas que é chato lá isso é.
Alguém mal inventou
e o meu mundo virou.
Sem poder ser amado
por quem estou apaixonado
o que há três anos queria
não é o que agora desejaria
tento não sofrer
com a ideia de te perder
tento-me agarrar
algo para amar
só quero ser amado
não me quero esquecer
de contigo conviver
por quem estou apaixonado
Tive a semana passada o prazer de fazer mais de 1400 Km em TGV. Foram duas viagens de mais de 700 Km, cada uma com a duração de 4 horas. A nivel de conforto, o nosso Alfa encontra-se à altura e em 1ª classe é até um pouco melhor, em 2ª inverte-se a situação, mas sem grande diferença. A maior diferença é o tempo gasto, é excepcional a velocidade a que o TGV viaja, e só olhando para a paisagem se tem essa sensação. Por isso mesmo a viajem é agradável, viaja-se bem instalado a alta velocidade sem o sentirmos. é também impressionante o numero de comboios de alta velocidade existentes, sendo que hoje em dia a maior parte das viagens é feita em TGV, a correspondência em Portugal seria que todas as viagens com mais de 200 km serem feitas em Alfa.
É claro que a velocidade se paga, mas algo que para nós é caro, para os franceses é acessivel. Uma viagem de 700 km em 1ª classe fica por 130€, descendo para 90€ em 2ª. Caro para nós, normal para o ordenado médio francês. Mas sem duvida um valor bem pago para quem se quer deslocar depressa e não quer usar o avião.
E o que se esperava aconteceu, ontem à noite confrontos entre adeptos ingleses e a policia em Albufeira. Mas a culpa não é dos ingleses, quem é que teve a brilhante ideia de estar à noite a servir bebidas alcoolicas a pessoas que na terra delas a partir das 9 da noite não podem beber mais. Fechem os pubs, não sirvam bebidas alcoolicas e não vão ter problemas, mas não deixem os hipermercados vende-las. Onde há alcool há problemas.
Como estive ausente de Portugal alguns dias em trabalho e como em França nenhumas repercussões houve das mortes dos nossos politicos foi com alguma surpresa que soube da morte de Sousa Franco e Lino de Carvalho, dois politicos respeitados, e que cada um à sua maneira lutou pelo que achava melhor para Portugal.
No sábado e já de regresso tive que assistir à péssima exibição da nossa selecção. Cada um para seu lado a nossa selecção parecia uma daquelas equipas que se juntam na praia para dar uns toques em que cada um tenta resolver o jogo não se preocupando com o conjunto. E se calhar é isso que se passa com todos nós, cada um puxa para onde lhe interessa tentando resolver a vida de cada um sem trabalhar em conjunto para o bem do país.
No domingo foram as eleições, os portugueses mostraram o que pensam da politica, 60% preferiram ir de mini-férias e para a praia a votarem. Esta é para si Sr. Jorge Sampaio, não lembra o diabo marcar eleições num fim de semana prolongado, e quanto aos seus apelos 60 % dos portugueses mandaram-no dar uma volta. E se falo assim é porque eu votei, por isso posso dizer que o Sr. ERROU. Entre o dever civico e a diversão 60% deles escolheu a diversão. Porque de deveres civicos está a maioria dos portugueses farta. Assim como deste governo.
Sempre que te olho, desejo-te
sempre que te vejo, excito-me
tu pões-me maluco, louco de amor
tu tiras-me do sério, e ri-o sem saber
Sempre que te olho, desejo-te
sempre que te vejo, excito-me
sinto-me quente, tão quente
que acho que vou explodir
Sempre que te olho, desejo-te
sempre que te vejo, excito-me
tento-me conter, que até fico sem cor
tento-me suster, mas não consigo impedir
Sempre que te olho, desejo-te
sempre que te vejo, excito-me
quero-te amar, na cama ou no ar
quero-te te sentir, a chorar ou a rir
Sempre que te olho, desejo-te
sempre que te vejo, excito-me
Eu sei que não sou a melhor pessoa para falar de comida, pessoalmente sou um apaixonado pela comida italiana, as masas, as pizzas, mas por outro lado detesto a comida francesa, com os molhos e gostos que me desagradam, , mas como sou alguém que também não gosto do cozido à portuguesa ou das tripas à moda do Porto poder-se-á dizer que não devia falar sobre a comida francesa, mas como nos ultimos dias tenho sido obrigado a come-la daí o meu desabafo. O que mais me agrada são os croissants, continuam a ser suberbos.
Dói-me não te poder tocar
nem tão pouco beijar
quero-te amar
Sento-me ao teu lado
fico desolado
sinto-me isolado
Nada me dizes
ficamos infelizes
não quero perder o norte
tenho de ser forte
Sonho contigo
perde-te comigo
quero-te beijar
quero-te amar
De preferência que alguém nos pague tudo. Mas para mim se tenho que almoçar ou passear uso os metodos mais baratos. Nem todos podemos viajar em 1ª ou almoçar e jantar em restaurantes. Por isso sou um grande utilizador de fast food, e nem vou discutir se faz bem ou mal, no fim o que importa é que me alimento e por pouco dinheiro. Pode-se encontrar o usual McDonald ou Pizza Hut, mas existem outras tipicamente francesas como por exemplo o Quick grande concorrente da McDonald em França. E depois para passear é comprar um passe de um dia ou dois ou três até 5 dias que nos permite usar quase todos os transportes existentes por um preço muito barato, e claro as nossas pernas, que gratuitamente nos levam a qualquer lado. Ver o Louvre, ir a Notre-Dame, Bastilha, Torre Eiffel, Arco do Triunfo, etc, etc, a pé ou usando o metro, podemos ver tudo por um preço insignificante, é claro que podemos sempre visitar as grandes marcas, e babar-nos frente a tudo o que gostariamos de ter e que não podemos por não termos dinheiro. Paris é uma cidade excelente para quem gosta de visitar e conhecer a história e para quem gosta de ver as grandes marcas de vestuário, ou eletronica, ou os grandes espectáculos. E acima de tudo é uma cidade romântica, ideal para os apaixonados, para quem quer se apaixonar, e para quem quer reviver a chama da paixão. É claro que sou suspeito pois Paris é a minha cidade preferida entre aquelas que conheço e que são algumas.
Pois é, desde ontem que estou em França, em trabalho pois estou dois dias em formação, de qualquer maneira para mim é sempre um prazer viajar, claro que as minhas viagens são feitas à medida do meu bolso que é claro pequeno, esta formação é feita no sul de França e por contenção de despesas tive que fazer a viagem em duas etapas. A primeira de avião até Paris, e depois de TGV até Arles no sul de França, são aproximadamente 730 Km feitos em 4 horas. O problema pior foi o tempo entre a chegada a Paris e a partida para Arles. Tinha 4 horas para gastar entre almoço, confirmar o bilhete do comboio e passear um pouco. Acabei por gastar uma hora na loja Virgin a ver os ultimos lançamentos de Cds, DVD's e livros. Resultado entre tudo isto acabei por quase não passear. Na estação tive uma surpresa, falamos que em Portugal temos estações velhas, em mau estado, mas a Gare de Lyon em Paris é das mais velhas que alguma vez vi. Desde o estado degradado de algumas partes do tecto até ao pó acumulado nessa area transmite a ideia de desleixo, algo que não acontece no resto da estação, com postos de venda automáticos, um painel eletrónico enorme e os comboios que são algo à parte.
À cerca de 15 anos tinha andado pela primeira vez num TGV, neste momento observei três gerações de TGV's em funcionamento sendo que um deles tem dois andares para viajar. A qualidade que era excelente continua a sê-lo e a viagem é agradável não se sentindo as horas que estamos dentro dele graças ao conforto e insonorização. Quando cheguei a Arles tive uma surpresa desagradável, algo que nunca esperei que me acontecesse em França. Uma hora para arranjar um táxi, e não teve a ver com haver muita gente à procura dum, mas sim por não haver nenhum. Quer dizer se estivesse a chover era normal que não houvesse nenhum, mas num dia de calor é fora do normal. Por isso quando dizemos mal de algo em Portugal e damos como exemplo outro país da Europa, pode não ser exactamente verdade, estes paises também têm os seus problemas.
Perdi a minha mulher
Algures na minha vida
Deixou de me amar
Perdeu a paixão
Ainda resisti
Tentei inovar,
Mudar, alterar
O que quer que fosse
Que me voltasse a dar
O amor da minha mulher
Até que desisti
E no fim assumi
Que só um a querer
Não pode ser
O amor murcha,
Adoece e morre
Muitas vezes as nossas funções profissionais afectam a nossa vida privada. Quer seja os horários de trabalho, as viagens frequentes ou mesmo o stress podem levar a uma vida privada desiquilibrada que muitas vezes conduz ao divórcio.
É claro que nem sempre é isto que acontece, mas muitas pessoas que se dedicam a 100% ao seu emprego acabam muitas vezes por prejudicar a sua vida privada, é a mulher ou homem que raramente vê o consorte, são os filhos a quem o pai ou a mãe, ou os dois não dão atenção por não terem tempo, ou para os quais não tem disposição devido ao estado stressado com que chegam a casa.
É claro que este ponto já deve ter sido analisado, dissecado, aprofundado pelos psicologos, mas o problema reside em que os psicologos nada podem fazer para mudar uma sociedade em que a dedicação excessiva ao trabalho é a unica forma de se subir na carreira. Quem não faz horas extras, não se dedica quase exclusivamente à empresa poucas hipoteses tem de ser bem sucedido, é claro, que há as cunhas, conhecimentos, influências, mas para o sucesso é sempre preciso ignorar a familia e dedicar-se ao emprego.
E isto porquê?
Porque entre os nossos empresários e dirigentes há a ideia errada que só quem faz horas extras, trabalah aos fins de semana e ignora a via familiar é que é um funcionário dedicado, não interessa se o outro ao lado faz exactamente o mesmo trabalho nas horas normais e por isso não precisa de horas extra e fins de semana, esse tem horário de funcionário publico, como se isso fosse algo errado, os horários existem para isso mesmo, para se saber a que horas se entra e a que horas se deve sair.
Com este estilo de pensamento muitas vezs quem sobe é o incompetente, o tipo que passa o dia a nada fazer para mostrar trabalho depois da hora normal de trabalho. Conheci e conheço muitos assim, assim como conheci e conheço muitos dirigentes que têm esta linha de pensamento.
Para o bem duma sociedade devia ser ponto essencial o cumprimento de horários, criar condições aos pais para terem tempo e sossego para viverem com os filhos, talvez com isso se resolvesse uma data de situações de risco nas familias e na sociedade.
Os politicos são normalmente conhecidos de todos nós, especialmente os que aparecem na televisão, mas o que fazem ou fizeram eles por nós?
A maior parte das vezes 0, um grande 0, e quando ficam com os louros normalmente esses deviam ser endereçados a pessoas que se encontram por detrás do pano, que trabalharam, planearam e executaram.
Tudo isto vem a propósito de eu ter estado com alguém que ao longo dos anos trabalhou e trabalha por detrás do pano, no caso dele teve reconhecimento, não em Portugal, mas sim da comunidade de imigrantes que ao longo de 40 anos lidam com ele.
É meu primo afastado, mas sempre reconheci nele uma pessoa que dedicou a sua vida profissional às funções em que estava incumbido ajudando com isso uma larga comunidade de portugueses na África do Sul, o nome dele é Mário Silva, já foi condecorado pelo estado português mais do que uma vez, é consul em Pretória. Aposentou-se muito recentemente, mas as suas funções não acabaram, e continua ainda hoje a colaborar no consulado e no seio da comunidade portuguesa. Assistiu a mutias coisas, planeando algumas delas, por exemplo o exodo dos portugueses de Lourenço Marques em direcção à Africa do Sul aqundo da independência.
PAra a maioria dos portugueses nada dirá, mas para os imigrantes portugueses em Pretória todos eles o conhecem, porque a sua vida ao invés dum politico, foi sempre dedicada ao apoio, integração e resolução dos problemas dos portugueses imigrados.
Acredito que como ele muitos outros homens e mulheres têm colaborado ao longo dos anos para a melhor integração e apoio dos imigrantes, e tenho a certeza que em outras funções existem as pessoas que realmente fazem andar este país. Não são os politicos que o fazem andar, mas sim quem por detrás do pano dedica a sua vida a fazer o melhor por este país.
Por isso o meu obrigado Mário Silva, e com ele quero homenagear todas essas pessoas desconhecidas e muitas vezes não apreciadas.
Olhaste para mim e sorriste
mas foi um sorriso triste
pareceste uma flor murcha
que precisa de ser regada
com a água do rio do amor
para tornares a florescer
e com um sorriso avassalador
as nuvens negras irão desaparecer
vais-te sentir amada
desejada e muito viva
Ao longo do que tenho escrito sempre me bati que homens e mulheres são iguais assim como velho e novos pobres e ricos, além disso a minha relação com as mulheres foi sempre de educação respeito e admiração, o que levou uma mulher um dia a dizer-me que eu não devia respeitar tanto as mulheres que elas não gostam, pois isso para mim é impossivel, maneira de ser enraizada, também me acusaram de machista, mas não pelas razões que normalmente são asociadas a machismo, tudo deriva do facto de gostar de abrir as portas às mulheres, de me levantar no autocarro e deixar uma mulher sentar-se, de gostar de ser eu pagar as despesas do jantar, neste caso habituei-me ultimamente a dividir as despesas mas mesmo assim a muito custo.
Para as feministas se calhar as minhas atitudes serão machistas, eu prefiro apelidá-las de cavalheirismo, mas deixemos isto de lado, ao fim de muitos anos de contacto com pessoas verifiquei qeu o poder corrompe, é fácil para quem tem poder deixar-se embriagar por ele, é claro que nos podemos controlar, mas há sempre aquele momento em que sentirmos o poder nos causa um prazer especial, é neste ponto que as mulheres têm que melhorar, não que sejam melhores ou piores que os homens quando têm poder, mas muitas vezes deixam-se enebriar por ele. E não me estou a referir quando estão no governo ou na chefia duma empresa, estou-me a referir numa relação, porque em muitas relações há uma luta surda pelo poder dentro da relação, e sejamos honestos se as mulheres quiserem ganham sempre, basta agarrarem-nos pelos tomates, algo que muitas ainda não aprenderam a fazer, felizmente dirão os homens, infelizmente dirão as mulheres.
Sim, que o sexo é uma das mais efectivas armas que uma mulher pode usar numa relação, pois nós homens somos na grande maioria, senão mesmo todos, sexodependentes, está no nosso ADN. Atenção que isto não quer dizer que passemos o tempo a pensar em sexo, o futebol também ocupa muito tempo do nosso pensamento!!
Mas vejamos em que o homem se diferencia da mulher em relação ao estudo e trabalho, as mulheres são metódicas, organizadas, calmas, os homens são baldas, desorganizados, stressados. Em muitos casos claramente as mulheres são melhores trabalhadoras e estudantes pelas suas qualidades intrinsecas.
Só perdem quando é preciso trabalhar ou estudar em sitios de stress muito elevado com decisões não planeadas, que têm que ser tomadas em cima da hora, aí os homens são melhores.
Mas existem muitas empresas que beneficiariam por ter uma mulher nos seus quadros dirigentes, mas isso tem a ver com a mentalidade dos nossos dirigentes, como se pode ver pelo ministro da saude, ainda há muito homem que gostaria de continuar a ver a mulher na cozinha e sem sair de casa a não ser para fazer compras.
Existe é uma diferença no relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, os homens convivem uns com os outros sem uma competitividade feroz, exceptuando quando querem o mesmo posto ou a mesma mulher os homens relacionam-se entre eles bastante bem. As mulheres entre elas estão sempre em competição, fazendo intrigas entre elas, e competindo pela atenção dos homens ou desdenhando de quem o faz.
E isto é verdade por muito que vos custe, e muitas de vós admite-o ao dizer que prefere trabalhar com homens do que com mulheres.
O que é certo é que temos em nós as ferramentas para sermos bem sucedidos, na escola, no trabalho, no amor. Cada um só tem que tirar o melhor partido disso, e no caso das mulheres é só elas quererem para num futuro curto ou longo, depende delas, serem elas a mandar.
Pensei em ti
Pensei em ti
onde estarias
o que farias
fiquei triste por ao teu lado não estar
não te poder beijar nem sequer falar
Pensei em ti
onde estarias
o que farias
seria que tu sentias a minha falta ao teu lado
como eu sentia a tua e me punha o coração gelado
Pensei em ti
onde estarias
o que farias
queria ter-te nos meus braços e dançar
a noite toda sem parar e nunca te largar
Pensei em ti
onde estarias
o que farias
quis ser invisível e assim ir
ver-te falar, dançar e rir
Pensei em ti
onde estarias
o que farias
Foi com espanto que ontem ouvi alguns "iluminados machistas" defenderem a existência de quotas no acesso aos cursos de medicina pela existência de mais mulheres que homens nesses cursos.
Olhei para o calendário a ver se não me tinha enganado de ano e de século, mas não, aqui estamos no ano 2004 do século XXI e ainda há pessoas a terem atitudes machistas, se é que se pode chamar assim, eu diria mais primitivas, retrogadas, deviamos isso sim dar os parabéns às mulheres por se mostrarem melhores estudantes que os homens e deveria era ser motivo de vergonha para os homens que pensam mais na copada do que em estudar. As mulheres mais do que nunca deveriam ter acesso a postos de chefia pois são muitas vezes mais competentes que os homens. Pessoalmente não tenho problema absolutamente nenhum com isso, e talvez o mundo fosse melhor se mais mulheres mandassem.
Confuso
Estou confuso, confundido
Disse-te o que sentia
mas tu nada disseste,
fizeste ou mostraste
fiquei sem saber o que fazer
não acreditava no que via
estou confuso, confundido
não sei o que pensar
se te devo falar
ou ficar calado
mas quero saber
se me queres ao teu lado
estou confuso, confundido
Eu sou emotivo, mas também sou frio. Parece uma contradição, mas não é. Algumas situações levam-me a reagir com o coração ao pé da boca, quase choro, ou choro mesmo, sinto a dor, partilho o sofrimento. Outras situações levam-me a reagir com indiferença, distanciamento, frieza. Nestes casos porque as situações não me dizem directa ou indirectamente respeito, por achar que as mesmas são desprovidas de qualquer razão para acontecerem. Mas também há situações em que aparento frieza mas por dentro estou um vulcão, por exemplo ver um homem a maltratar uma mulher, aconteceu isso à alguns dias e só não intervim porque o casal entrou no carro e seguiu viagem, mas a minha vontade era saltar em cima do homem e dar-lhe uma carga de porrada, é claro que não é a atitude politicamente correcta, mas era o que me apetecia fazer.
Pensava nunca achar nenhuma situação em que bater numa mulher possa ser a solução para algo, nem que ela nos traia e enfeite a cabeça, pois para isso existe o divórcio, mas existe uma situação, quando ela depois do insulto parte para a agressão, é claro que isto é raro mas acontece, não foi comigo mas sim com um amigo meu na sequência dum embate automóvel. Foi o cabo dos trabalhos para impedir a mulher de tentar agredir o meu amigo.
Ora aqui está outra situação em que muitas vezes reajo com emoção e outras com frieza, os acidentes de automóvel são tão normais que uma pessoa que os vê quase nada sente, mas quando nos toca ficamos possessos.
Emotivo, frio. Como sou capaz de saltar duma situação para outra muitas vezes surpreende-me, gostava de não ser tão emotivo como o sou em algumas situações e de não ser tão frio noutras. Mas como tudo na vida não é fácil mudar, e muito menos a nossa maneira de ser, podemos polir, cortar as arestas, mas raramente modificar.
O governo pretende colocar portagens nas Scuts. Mais uma vez algo pago com os nossos impostos e já neste momento indevidamente explorado por particulares vai onerar ainda mais o nosso bolso e contribuir para o enriquecimento de alguns. As scuts são vias improtantes para o nosso desenvolvimento além de serme mais seguras que as nossas nacionais abandonadas à anos na sua manutenção, melhoria e segurança. Pelo que sendo pagas muitos camiões e pessoas deixaram de circular nelas aumentando o transito nas nacionais que não têm condições para isso. Vergonha, estupidez, parvoice, mas algo que a cada dia que passa não me admira, pois cada vez é maior a minha convicção que o governo é constituido por um grupo de incompetentes que só faz asneira.
Ontem fui assistir ao lançamento do livro da minha amiga Ana Anes. Foi com agrado que me desloquei ao Palácio Galveias em Lisboa onde decorreu o lançamento. Entre as pessoas presentes e tirando os parentes estavam algumas pessoas conhecidas, no caso estou a referir-me ao presidente da Camara de Sintra, Fernando Seara, ao José Carlos Soares e à Inês Serra Lopes do Independente, onde a minha amiga colabora com alguns textos.
O livro que eu já conhecia o conteudo, pois trata-se da recolha dos textos do blogue que a Ana teve durante algum tempo, é sempre agradável de se ler pois é o retrato de alguém solteiro e com 30 anos como ela se retrata que se debate com ela própria e com quem a rodeia. Mas acima de tudo gostei de ver que ela teve a possibilidade de publicar um livro, algo que nem todos têm. Para ela o desejo das maiores felicidades, especialmente porque conheci o namorado e o achei um tipo porreiro.