Não entendo, tenho a mania da pontualidade, apesar de ter descoberto que em Lisboa é para esquecer, nunca ninguém chega a horas, mas piores são as mulheres. Bem podemos dizer que temos que chegar cedo, elas vão sempre atrasar-se, e o atraso é proporcional ao tipo de sitio onde se vai, se é informal, onde de calças de ganga se está bem, o atraso é suportável, mas se é uma sitio de gala, o atraso é terrivel, é-se normalmente o ultimo a chegar, ou então chega-se ao mesmo tempo que os outros que também se atrasaram por causa da companhia. Habituei-me a marcar a hora do encontro 45 minutos mais cedo, assim não há problemas, mas mesmo assim algumas vezes esperei mais de 45 minutos. Vá-se lá saber porquê.
Nos próxímos 15 dias estari ausente desta página para o gozo dumas merecidas férias no Algarve. Acima tudo espero restabelecer baterias para aturar um administrador que não sabe dar valor aos empregados que tem e só se preocupa em desmoralizã-los. Mas que se foda, vou de férias e só isso é que interessa, até daqui a 15 dias.
Antes que tudo, considero os pedófilos uns canalhas, assim como os traficantes são uns merdas, e os que agridem as mulheres uns cobardes.
A pedofilia voltou aos titulos dos jornais, com o Pedro Namora como ponta de lança, pessoalmente não o conheço a não ser na televisão, e não sei porquê, não confio nele, mexe-me com o sistema nervoso, dá-me a ideia de esconder algo escuro na vida dele, pode ser impressão minha, mas é o que eu sinto.
Por isso sempre que o ouço falar fico de pé atrás. Existe pedofilia em Portugal, em muitos sitios de Portugal, assim como existe em Espanha e por essa Europa fora. Mas pelos jornais parece que ela só existe na Casa Pia, e desculpem lá, mas esses nomes sonantes iam-se meter com um desgraçado como o Bibi? Só se fossem parvos. O Bibi é um desastrado, imbecil que serve de bode expiatório, ele tem culpas no cartório mas não as que nos querem fazer crer.
Quanto aos outros arguidos acho tudo muito nebuloso, no inicio eram provas fortes, agora ao que parece é só o depoimento de crianças, por mero acaso todas elas acompanhadas pela mesma pessoa, e não me lixem, se falam em inmidação sobre as crianças, qual será o sentido? De ilibarem ou culparem os arguidos? E isso de dizer que estiveram com eles, mas não se lembram da data, é boa, pode chegar um miudo e dizer que um dia foi comigo para minha casa, e eu sou acusado de ser pedófilo! Quer dizer não me posso defender dizendo que na data tal estava aqui ou acolá, porque não há data. E já agora porque não olham para a Madeira, reconhecidamente como local de destino de muitos pedófilos europeus, alguém foi preso? Alguma coisa foi descoberta? E há algum tempo uma reportagem feita, julgo eu pela SIC, sobre os miudos que estavam em Coimbra à noite a vender o corpo? Foi alguém preso, alguma investigação começou?
Quer dizer só interessa a Casa Pia, o resto país está optimo.
E já agora como é que está a droga em Portugal? Ou deixou de ser um problema a partir da altura em que distribuíram os drogados do Casal Ventoso pelos arredores de Lisboa? Só vejo apanhar peixe miudo, os grandes continuam a encher-se sem serem incomodados, a PJ só apanha o que é denunciado ou lhes cai ao colo, porque de resto ali só está pessoal para se encher e não ter muito trabalho.Quer dizer, tiveram que se mexer por causa dos fogos, mas entre milhares deles que aconteceram apanharam 30 ou 40 pessoas, e ainda estou para ver quantos são condenados.
A PJ é um fiasco, e as nossas outras policias vão atrás, a BT só tem corruptos, mas não admira, ao que ganham e ao que vêm ganhar os outros é evidente que estendem a mão.
E não me venham dizer que não é fácil apanhar quem tem dinheiro ilicito, comecem por fazer um levantamento a todas as grandes moradias em Portugal, terrenos, ferraris, porsches, rolls-royces etc, e depois vejam se essas pessoas têm rendimentos para o que compram, se os declaram, e donde eles vêm, mas é claro que isto não interessa fazer, ia-se descobrir muitos podres, e muitos deputados e ministros iam ter que se demitir por serem amigos intimos dessas pessoas. Portugal é um país onde quem tiver os contactos certo enriquece rapidamente, mas não legalmente, o paraiso das limpezas de dinheiro, o resto da Europa está farto de pressionar os diversos governos a colaborarem com a Interpol e outras policias, os governos dizem que sim, e ha colaboração, para apanhar quem não tenha bons contactos, quem vem ao deus dará, porque quem interessa nunca é apanhado. Basta ver as luxuosas moradias que existem no Algarve, exceptuando a dos artistas e futebolistas, o resto foi construido com rendimentos não declarados e o resto são histórias.
Mas o que interessa é a pedofilia e abater algumas pessoas incomodas, e depois todos pensam que já não há mais pedofilia em Portugal, santa ignorância.
A mim não me enganam, mas qualquer dia ainda desapareço eu. As vozes incomodas calam-se.
Hoje que olho pela janela e vejo a chuva, é a melhor altura para se fazer um recaldo dos fogos em Portugal.
Já muito foi dito sobre as razões que levaram a acontecer o que se passou, o que recordo foi na fase de descontrolo o primeiro ministro vir a publico afirmar que os meios eram mais que suficientes. Hoje em dia todos sabemos que os meios eram insuficientes e que foram mal coordenados.
Mas o que mais me desagrada é que ainda não há um plano de reflorestação da area ardida. E não me digam que ainda não sabem qual foi, então são incompetentes.
Alguém já se deu ao trabalho de preparar um plano de reflorestação? Que especies devem ser plantadas? Em que zonas? Como deve ser feita essa reflorestação, que medidas devem ser tomadas para evitar futuros fogos nessas zonas? Ou vamos esperar pelo próximo ano para se pensar na reflorestação? É importante começar já, hoje, porque senão fica tudo em aguas de bacalhau.
Estou-me borrifando para de quem é a culpa, já sabemos que ela vai morrer só, mais importante é reflorestar e evitar que o que aconteceu este ano volte acontecer.
Já sei que para o ano vão haver menos incêndios, pudera, há menos para arder, e que se vai dizer que está tudo bem, a jogada é essa, passar o tempo e no próximo ano provarem que resolveram tudo. E a maioria dos portugueses engole isso.
Os jornais já só falam da peofilia, os incêndios já estão esquecidos, mas não deveriam, até se começarem a ver arvores a serem plantadas nos sitios onde houve incêndios não se deveria parar de falar nisso.
A ministra Ferreira Leite sempre me mexeu com a boa disposição, sempre que abre a boca o meu bolso fica mais leve. Alguém lhe disse que devia adoptar o estilo da Margaret Tatcher, antiga primeira ministra britânica, conhecida pela dama de ferro, mas a Ferreira Leite está no oposto, enquanto a Margaret sabia o que queria fazer, como consegui-lo e implementá-lo, a Ferreira não sabe o que há-de fazer, nem como copnsegui-lo e muito menos implementá-lo.
As decisoes dela parecem ter sido tomadas depois dum sonho estupido ou mau. São sempre más para o País e para os trabalhadores, e os patrões não se ficam a rir, se nós temos menos dinheiro no bolso eles terão emnos lucros, simples como isto.
A ultima de mexer no ordenado minimo só se pode considerar como a ideia mais estupida ou feita pelo diabo.
enquanto em Portugal patrões, ministros e decisores não perceberem que se os trabalhadores não têem dinheiro eles não têem lucros nada irá mudar.
E não me venham com o absentismo, ou que se trabalham poucas horas nas empresas. Se no estrangeiro o horário de trabalho é mais reduzido, raramente precisam de horas extras e aprodutividade é maior só podemos chegar à conclusão que algo de errado está a passar-se.
E é fácil perceber o que se passa, esses países também têem problemas, graves nalguns casos, como na nossa vizinha Espanha, mas o que acontece é que o trabalhador que é bom, que se esforça, é recompensado, quer no ordenado quer nos prémios.
Em Portugal quer fazer-se o contrário, não dar prémios e castigar quem falta.
Ora analisemos o que pensa a maioria dos trabalhadores sobre o trabalho.
1º é uma obrigação, 2º é uma chatice 3º se pudesse não punha lá os pés 4º vou fazer o menos possivel e esperar que ninguém me chateie.
O que traduzido quer dizer que o trabalhador português não está motivado quando vai trabalhar, o que se traduz em fazer o menos possivel e da maneira mais simples possivel.
Isto representa a tal perda de produtividade que tanto se fala.
E não é dizendo-lhe que tem de ganhar menos, que se trabalhar mais ganha a mesma coisa, que os aumentos são inferiores à inflação e por isso todos os anos ele se endivida mais e tem menos para gastar que ele se vai sentir motivado a aumentar a sua produtividade.
Um trabalhador contente com o seu trabalho é 100 vezes mais produtivo que o que não está motivado.
E isto é o que a Ferreira Leite não percebe, ou não quer perceber. Ela não entende o trabalhador porque não precisa de se esforçar para alimentar a familia, só precisa de ter ideias estupidas que prejudicam o país e todos nós para ganhar o dela. Infelizmente os outros que lá estão também são curtos de vistas e têm ideias iguais na estupidez.
E sair da crise? Era agora em Setembro ou inicio de 2004, eu acho que a crise veio para ficar, e enquanto as mentalidades não mudarem nada vai melhorar. A começar pelas ideias estupidas ou más da Ferreira Leite, cabeça de ferro.
Para mim as mulheres sempre foram uma caixinha de surpresas, especialmente quando toca a entender se estão apaixonadadas. Quando penso que minimamente as entendi sou surpreendido por algo novo e diferente.
É claro que sei como lhes agradar a maior parte das vezes, mas as regras não se aplicam a todas elas. Também sei que estilo de homens elas preferem para uma aventura, que normalmente é diferente do homem que querem para um romance ou para casar. Mas muitas vezes basta uma frase ou uma atitude e elas ficam amuadas sem entendermos porquê, algumas vezes é por algo que não fizemos ou dissemos. Elas gostam de ouvir elogios, mas o mesmo elogio pode não agradar conforme as situações. Eu acho que elas gostam de me confundir, de me manter na indefinição, na indecisão, mas normalmente não gostam que sejamos indecisos. Elas são sempre diferentes, apesar de maneira geral se portarem de forma igual perante os acontecimentos da vida delas. Mas que me pôem a cabeça à roda lá isso pôem.
Adoro quando consigo penetrar um pouco mais, e entender um pouco melhor, quando acerto na atitude ou frase correcta perante uma situação complicada. Talvez seja por isso que nós gostamos de conhecer muitas.
Mas que são dificeis de entender lá isso são.
Como o Harrison Ford dizia num filme "para um homem ficar contente basta a mulher aparecer".
Não são todas as mulheres que conheci, mas sim aquelas que duma maneira ou doutra não vou esquecer, sem ser por qualquer ordem, a Marta, não namorei com ela mas estive 2 anos apaixonado sem ser correspondido, a Ana, os momentos que passamos juntos mesmo sem namorarmos foram inesqueciveis, a Cristina, a sua timidez ensinou-me a ser paciente, a outra Cristina, a sua malicia ensinou-me a ter cuidado com as mulheres, a Laura, ensinou-me que as mulheres mudam muito, a Sandra, ensinou-me que a separação é muito dolorosa mesmo que seja para o bem dos dois, a Ernestina, com quem fiz amor pela primeira vez, e a Flora, que foi uma oportunidade desperdiçada.
Todas elas me ensinaram de diversas maneira, boas ou más não interessa, o que conta é que nunca as vou esquecer.
No fim de semana passsada passei pela casa onde morava o meu primeiro amor, chamava-se Marta e andava comigo na escola, nunca tive nenhum relacionamento com ela, eu não era o tipo dela, além de ser extremamente timido, anos mais tarde encontrei-a, apesar de ter mudado o rosto conservava a mesma beleza pela qual eu me tinha apaixonado, entre nós existia agora um fosso maior, de cultura e dinheiro. eu era pobre, ela rica. Depois dessa altura nunca mais a vi, nem sei o que foi feito dela, mas nunca a esqueci. E tenho a convicção de que nunca ireir esquecer, marcou-me muito essa primeira paixão.
Hoje noto a falta nos putos desse tipo de paixão, uma paixão que recordem para o resto da vida deles, mudam rapidamente de alvo, e o que os move é mais o prazer do engate que propriamente a paixão. Pode ser impressão minha, mas é o que sinto.
Eu vou gurar com prazer a recordação dessa paixão, inocente e querida.
Dentro de dias vou de férias, como usual nos ultimos anos vou para o Algarve, com duas filhas é o local mais fácil e barato para mim de ir. Barato porque o alojamento é gratuito e fácil porque assim elas não passam muitas horas dentro do carro.
O Algarve para mim é o meu refugio, já vou para lá desde os meus 6 meses de idade. Durante muito tempo as férias foram feitas de campismo, o meu pai era um grande adepto do campismo, graças a isso além do Algarve visitei quase a Europa toda assim, foi num tempo em que o campismo era pouco conhecido, depois houve um boom e julgo que está a decair um pouco, normalmente só se faz campismo cá dentro.
Eu gosto de campismo, especialmente no estrangeiro, resquicios de muitos anos a faze-lo.
Mas após a morte do meu pai passei a ir para um apartamento, excepto quando vou para o estrangeiro, aí continuei de campismo.
O Algarve mudou bastante com o decorrer dos anos, e infelizmente não foi para melhor na maior parte dos casos. Mas continuo a gostar muito de Monte Gordo e zona circundante.
No fim de semana irei rever essa zona, pois começam as minhas férias, e espero que não tenhma construido muitos prédios ao alto, isso está a matar a beleza do Algarve, como matou a beleza de Torremolinos ou Benidorm.
Vou aproveitar e dar um salto a Sevilha, por auto-estrada é um instante e sempre gostei da cidade, para o ano gostava de voltar a fazer um tour pelo sul de Espanha em especial voltar a Granada que é uma cidade lindissima.
Mas vou sempre estar um tempo no Algarve, é o meu refugio para relaxar. Apesar de ser um pouco dificil com duas filhas sempre a querem brincar, mas tudo se consegue com calma, descontração e estupidez natural.
Eu adoro as minhas filhas.
Elas são a razão de que me desloco ao Porto quase todos os fins de semana, elas são a razão porque tenho a minha vida em suspenso.
Quando eu me casei e pensei em ter filhos prometi a mim mesmo que iria fazer tudo para ser um bom pai, não disse o melhor pai domundo ou um pai perfeito, porque isso é impossivel, mas queria que as minhas filhas mais tarde recordassem o pai com carinho, e que o que se lembrassem era que ele falava com elas, que brincava com elas, que tinha cuidado com elas, que lhes ralhava quando era preciso mas que as tratava sempre com carinho. Até hoje tenho conseguido cumprir o que me prometi, infelizmente para isso tive que me deslocar para Lisboa pois no dia em que me vi a gritar com a minha filha por ela não se estar a portar bem, vi que estava a descarregar nela os problemas que tinha com a mãe. Foi remédio santo, sei que ela ficou magoada, e que a mais pequena sente a falta da minha presença diária, mas prefiro isso a gritar com elas ou tratá-las mal.
Tento sempre ser justo com as duas e dar a mesma atenção às duas, mas sei que gosto mais da mais velha pois foi a primeira e foi com ela que brinquei muitas noites. Com isto não quero dizer que trato as duas de maneira diferente, mas sim que no meu coração uma tem um espaço maior, quer pelas recordações quer pelo carinho que temos um com o outro.
As duas gostam muito de mim, mas infelizmente a mãe envenena muito a minha relação com a mais velha, e apesar de tentar que isso não afecte a minha relação com a mais velha sei que ela se ressente do que a mãe diz e do meu afastamento durante a semana. Espero que um dia quando ela for mais crescida e entenda as relações entre homens e mulheres (ela só tem 8 anos), possa compreender porque é que o pai foi viver para Lisboa, e porque é que ele se manteve casado mesmo não amando a mãe dela. Porque eu ainda sou casado, apesar de amor não existir e só aguentar a minha mulher no fim de semana, mais que isso e começamos a discutir. Só a ideia de as ver em dias marcados ou não as poder ver sempre que fosse ao Porto custa-me a digerir, talvez por ser um piegas e me apoiar no amor das minhas filhas para aguentar a semana toda em Lisboa, não sei se tivesse alguém aqui se seria diferente, era diferente, mas só continuo a querer vê-las sempre que puder, ama-os muito e são para mim uma paixão muito grande.
Talvez isto mude com o crescimento delas, mas neste momento vivo para elas e alimento-me do amor delas por mim.
Amo-vos muito Toquinha e Gadochinha.
Quase todos os fins de semana faço a viagem Lisboa-Porto-Lisboa, durante mais de 2 anos fiz a viagem pela auto-estrada, agora faço uma parte pequena pela auto-estrada e o resto pela nacional 1. Este fim de semana refleti porque conduzo depressa.
Desde que tirei a carta sempre gostei de conduzir depressa, no inicio era quase impossivel, tinha um Citroen Dyane que na auto-estrada muito dificilmente passava dos 120, o máximo que consegui foi numa descida acentuada encostar o ponteiro ao fundo. Por isso aprendi a tirar o maior partido possivel do carro que tinha, levava-o aos limites, cheguei a fazer curvas em duas rodas, o que num Dyane é obra (quem já conduziu um sabe porque digo isso), tinha a mania que havia de ser piloto de ralies, por isso metia-o em estradas de terra, o carro aguentou tudo, e nunca tive ou provoquei um acidente que fosse por culpa minha, na mesma altura passei a conduzir um Citroen DS 20, era um carro totalmente distinto, confotável, seguro e que não permitia o mesmo tipo de loucuras que o Dyane. Ainda hoje recordo com saudade esse carro
Já andei em muitos, mas com o conforto daquele são poucos, e todos da Citroen.
A seguir passei para um Citroen Visa II Super X, o carro serviu-me de transporte enquanto cumpri o serviço militar, ainda não havia auto-estrada Porto-Lisboa, só alguns troços, por isso fiquei a conhecer muito bem a Nacional 1 durante quase 1 ano, depois fiquei a conhecer a ligação Fiqueira da Foz - Porto. Sempre fiz a viagem a cima dos limites de velocidade legais. Não por muito pois o carro não o permitia, mas sempre levando este aos limites, fiquei a saber toda e qualquer reacção que o mesmo tinha. Até hoje nunca tive um acidente de carro que fosse por culpa minha, ou estive envolvido em algum que a culpa fosse repartida. Ao longo dos anos fui evoluindo nos carros e nas potências destes, mas nunca tive um BMW ou um Audi, quando mais outros carros mais potentes, pois o dinheiro não dá para isso, até que cheguei ao carro que conduzo, um Peugeot 106 GTI, é um carro que na auto-estrada encosta o conta quilómetros fácilmente ao fundo, (marca 220 KM/h), tem arranques fabulosos e uma suspensão própria para condução a alta velocidade. Por isso sempre que me meto na auto-estrada não consigo evitar conduzir depressa.
Ora bem vinha na auto-estrada a 200 e fiquei a pensar porque conduzia tão depressa, não tinha nada marcado, chegar mais cedo ou mais tarde era o mesmo, e cheguei à conclusão que o fazia porque me sentia bem, porque me aliviava o stress, porque me satisfazia. Eu não digo que todos deviamos andar a 200, porque a maior parte dos condutores portugueses não sabe conduzir a alta velocidade, se só aprendem a andar a 40 e dentro de cidade durante a instrução como é que podem saber andar a 200 numa auto-estrada, mas não concordo com os limites de velocidade e a aplicação deles. Se temos muitos acidentes, se temos muitas mortes por excesso de velocidade, a solução é fácil, todos os carros vendidos não conseguiam passar dos 120 Km /h, assim ninguém andava em excesso de velocidade, porque de que é que serve eu ter um carro que dá 250 e se não posso passar dos 120, o melhor é limitá-los, e hoje em dia não é dificil, pode ser complicado, encarecer os carros, mas não é impossivel, é evidente que depois se punha o problema, para que é que compro um carro mais potente se não consigo passar dos 120, mas não é esse o problema inicial, se os carros não deveriam passar dos 120 para que é que são feitos carros que dão 300? Por isso enquanto fizerem carros que dão mais que o limite de velocidade eu vou continuar a conduzir depressa porque me satisfaz, me alivia, me excita. E quem não gostar que se foda.
Depois de ler o blog da minha amiga Ana sobre estupidez, podem visitá-lo no link que tenho na página, surgiu-me o seguinte pensamento, ela faz referência que a pessoa mais perigosa é a estupida, eu cheguei à conclusão que não será bem assim, a pessoa mais perigosa é a que se achando não estúpida, é estúpida mesmo quando age não sendo estúpida.
Já agora todos precisamos é de calma, descontração e estupidez natural.
eu reconheço que tenho a minha dose de estupidez natural, e por o reconhecer é que tento evitar que a mesma se mostre, mas algumas vezes é impossivel.
E podem ter a certeza que qualquer um de nós tem estupidez natural, num momento ou noutro essa estupidez manifestou-se, num gesto numa frase ou num acto, é claro que alguns têm uma dose maior que outros, mas isso como tudo na vida, uns têm-na maior que os outros, estou a falar de estupidez.
Quando nos preparamos para enviar um corpo de GNR's para o Iraque é tempo de se reflectir sobre o que foi feito e o que poderá acontecer.
A guerra do Iraque, ou mais conhecida pela 2ª guerra do golfo foi um erro, o interesse subjacente ao derrube de Saddam era o petróleo, e o resto é tudo mentira. Já está provado que tanto o George "Burro" Bush mentiuna questão das armas quimicas e de destruição maciça, como o Tony Blair mentiu, ao ponto de para tentar encobrir a mentira fez pressão de tal maneira que um consultor se suicidou, o Aznar mentiu ignorando os seus próprios serviços secretos que o alertavam para a não existência de armas de destruição maciça no Iraque.
Mas foram para a guerra, como é evidente ganharam, mas outro resultado seria de admirar, o Saddam não tinha, nem podia ter um grande exército, desde o fim da 1ª guerra do golfo que ele era constantemente vigiado,
tinha duas zonas de exclusão aerea onde os aviões dos Estados Unidos andavam todos os dias fotografando e controlando as actividades no solo e sempre que necessário desfazendo as defesas aereas. Por isso a guerra do golfo foi curta, mas mesmo assim mais longa do que os americanos esperavam.
Quando comecei a ouvir falar da invasão do Iraque sempre disse que o problema era o que viria depois, porque vejamos o que é o Iraque, é um país constituido por 3 povos distintos, todos mulçumanos mas de diferentes correntes, mais que não conseguem conviver, a norte temos os Curdos, reclamam um país só deles, já há muitos anos em luta contra a Turquia, o Iraque e o Irão, a Turquia pura e simplesmente recusa-se sequer a ouvir falar na criação dum país curdo, ora bem, quem os vai impedir agora? Os americanos? Não me parece, pelo que serão os turcos, mas estes fazem parte da Nato, pelo que todos os países da Europa teriam que ir atrás, lindo, mais uma guerra em perspectiva, ao centro temos os sunitas, são o povo do Saddam, perfilham a mesma via do Islão que os Sirios, são neste momento o povo com mais problemas actuais e no futuro, correm o risco de perseguições e massacres, a sul temos os mais perigosos, os xiitas, perfilham a mesma via do Islão que o Irão, são apoiados por este, fanáticos é desta via que saem a maior parte dos bombistas suicidas, representam a maioria da população do Irão.
E como é que os americanos querem gerir isto tudo? Primeiro correram com todo e qualquer tipo de autoridade, mas não o substituiram por nenhum outro, começaram a tentar criar um novo corpo de policia, mas estes sem armas mais que não são que palhaços, e aqui surge um erro tipico dos americanos, pensar que os arabes são estupidos, que podem ser enganados e aliciados com a liberdade, e o que se passa? Ninguém reconhece autoridade a estes policias quando não estão acompanhados de tropas, pelo que as tropas se tronaram policias.
Mas não estavam nem estão preparadas para isso.
Segundo erro americano foi pensar que iriam ser acolhidos de braços abertos, a maior parte da população (especialmente a sunita) preferia o Saddam a algo que não é carne nem peixe, não têm empregos, não têm dinheiro, e até agora ninguém investiu lá, só saiu petróleo, o tão ambicionado petróleo, e a reconstrução está a ser feita por americanos pagos com o petróleo, não deram oportunidade dos iraquianos escolherem, decidiram por eles, como tudo o que tem sido feito até aqui, passaram um atestado de incapacidade a todos os iraquianos dizendo-lhes que eles não se sabiam governar e que os Estado Unidos é que iriam fazer isso.
Ninguém gosta que os chamem de incapazes.
E quando os Estados Unidos viram que tinham de criar um governo iraquiano para apaziguar tanto interna como externamente, foram buscar pessoas que já não viviam há dezenas de anos no Iraque, que não são conhecidas dos iraquianos, e ostracizaram quem sempre lá esteve, especialmente os lideres religiosos xiitas, pois os que estão no governo não são apoiados pelos religiosos do sul do Iraque.
Mas pior que tudo isto, os americanos abriram as portas aos terroristas, estes nunca estiveram no Iraque pois são na sua grande maioria xiitas por isso nunca seriam bem acolhidos, hoje movimentam-se à vontade, vão buscar armamento fácil de apanhar, e divertem-se atacar quem os apoie, sim estou a falar da ONU, pois para os iraquianos a ONU apoia os Estados Unidos.
Mais atentados se seguirão, não tão grandes como este ultimo, mas todas as tropas estrangeiras, em especial os americanos serão alvo de ataques, e estes nada têm a ver com Saddam, pois conseguiram pôr xiitas e sunitas de acordo quanto ao alvo a abater.
Solução? Os americanos passarem a pasta para a ONU a todos os niveis, mas mais essencial que isso, as tropas americanas serem substituidas por tropas da Arábia Saudita, Egipto e Siria, pois seriam arabes a controlar arabes e não haveria um desagrado contra a sua presença. Qualquer outra solução vai levar ao prolongar de actos terroristas, aos atentados e à manutenção de mais um foco de desestabilização no médio oriente.
A morte ontem de Sérgio Vieira de Mello fez pensar um pouco mais sobre o fenomeno do terrorismo, hoje está muito em voga dizer-se mal do terrorismo mas não se procura entender porque ele existe e porque apesar dos esforços da nação mais potente do mundo ele não desaparece.
Para perceber melhor a palavra terrorismo fui ao dicionário actual procurar a palavra terrorismo, a seguir vai a transcrição.
s.m. Sistema de governar pelo terror e com medidas violentas; actos de violência praticados contra um governo, uma classe ou mesmo contra a população anónima, como forma de pressão visando determinado objectivo; forma violenta de luta politica com que se intimida o adversário; modo de impor a vontade por meio da violência e do terror.
Ou por outras palavras, utilizar meios violentos para forçar os outros a aceitar as suas ideias.
Tentei andar para trás na história e lembrar-me quem teria sido o primeiro terrorista.
E cheguei a uma conclusão, todas as guerras são uma forma de terrorismo, em todas elas uns pretendiam impor as suas ideias aos outros, Egipcios, Persas, Gregos, Romanos, Barbaros, etc... todos utilizaram meios violentos sobre as populações, governaram muitos desses países pelo terror, fazendo autenticas carnificinas.
Depois avancei no tempo e tentei pensar em alguém que fizesse uso desse tipo de terror sem ser numa guerra, e apareceu-me o Robin dos Bosques, sim, o do livro, já sei, ele é um herói, mas não deixa de ter sido um terrorista, fazia ataques para roubar aos ricos e dar aos pobres, mas fazia de forma violenta incutindo o terror em quem tinha de passar na floresta de sherwood.
Portanto seria este o primeiro terrorista. Mas é um heroi, pelo que então não podemos associar a palavra terrorismo ao mal.
Então existem terroristas bons e maus? Tudo depende de quem é afectado e de quem é beneficiado pelo terrorismo, no caso do Robin dos Bosques ele era um heroi para os pobres e um terrorista para os ricos.
Mas temos mais casos recentes, Pinochet, Fidel Castro, Che Guevara, Lenine, e outros, todos eles chefiaram acções de desestabilização e golpes de estado que levaram pela violência ao depor dos governos. Alguns mantiveram depois uma governação pelo terror.
Mais recente ainda temos um terrorista que é presidente do seu país, Xanana Gusmão, para os indonésios era um terrorista, para os Timorenses um heroi.
E ele era terrorista, pois lutava por metodos violentos para que os indonésios saíssem de Timor. Fez ataques, atentados, etc.
Por isso é um terrorista, mas chegou a Presidente de Timor.
Então porque é que a al-quaeda e outros grupos são tão perseguidos, por um simples razão, atacaram os Estado Unidos, e por isso a razão porque lutam passou a ser desprezada pelo mundo inteiro. Não interessa se têm razão ou não na luta que fazem, mas a partir da altura que os Estados Unidos são contra eles, passaram a encarnar o mal.
Mas analisemos alguns dos grupos terroristas actuais, IRA, lutam pela irlandeses radicados nos Estados Unidos, presentemente quase sem actividade por causa das negociações entre o governo inglês e os diversos grupos irlandeses que levou à constituição dum governo autonómo com participação de todos eles.
ETA, lutam pela independência do País Basco face a Espanha, com actividade cada vez mais estendia a toda a Espanha executaram recentemente atentados no sul de Espanha.
FLNC, querem a independência da Corsega face a França, vão executando atentados sem grande expressão, ou fazendo assaltos a bancos.
Tchechenos, lutam pela independência da Tchechenia face à Russia, continuam a fazer atentados, apesar de terem perdido o apoio dos Estado Unidos depois da 2 guerra do Golfo.
PKK, lutam pela criação do Kurdistão, lutavam contra a Turquia e o Iraque, presentemente dominam o norte do Iraque e continuam em guerra com a Turquia apesar de estar um pouco morna, em virtude do apoio que deram aos americanos na 2 guerra do golfo, a Turquia continua a ser contra a criação do país.
Tupac Amaru, Sendero Luminoso, lutam pelo derrube do governo do Peru, bastante activos.
FARC, lutam pelo derrube do governo colombiano, aterrorizam as populações locais que obrigam a trabalhar na plantação de droga.
Tigres Tamil, lutam pela criação dum estado Tamil face ao Sri Lankra, continuam activos, matando e fazendo reféns sempre que lhes convém.
E depois temos a area com mais grupos terroristas, a Palestina, desde a Fatah, ao hezbollah, são muitos os grupos que operam naquela area, todos eles querem um estado Palestiniano independente face a Israel, durante muitos anos olhados com simpatia pela Europa, especialmente no caso de Yasser Arafat, são neste momento a maior causa de desestabilização do médio Oriente, sobre eles voltarei a falar noutra altura.
Exsitem outros que são mais pequenos ou dos quais não me lembro.
Todos eles querem impor as suas ideias, todos eles usam meios violentos para o fazer.
E onde isto tudo nos leva, que o terrorismo existe há milhares de anos, davamos outro nome, e que existirá sempre que alguém queira lutar por uma ideia e se oponha a um governo, já agora, o Mário Soares, o Alvaro Cunhal e todos os que lutavam pelo derrube do governo antes do 25 de Abril eram terroristas. Por isso tem de se ter muito cuidado quando se analisa o terrorismo, não podemos generalizar, e muitos dos movimentos têm a sua razão de existir, os Estado Unidos são os culpados de grande parte da instabilidade.
Foram eles que treinaram a Al-Quaeda, sim foram eles que os treinaram, para lutrarem contra os russos, hoje pagam por isso, os grupos que hoje os atacam no Irão, parte foram treinados pelos americanos ou por pessoas treinadas por americanos, pois o Saddam foi apoiado pelos americanos até à primeira guerra do golfo. Durante dezenas de anos os americanos treinavam grupos terroristas quando lhes interessava o derrube do governo instalado, Chile, Afeganistão, Irão, etc.... isto levou a uma inimizade doutros quando apoiava governos dictatoriais, neste momento os americanos e os europeus por tabela pagam dezenas de anos de erros na politica externa americana.
O Iraque foi o ultimo desses erros, e o Sérgio Vieira de Mello pagou uma factura pesada, pelo erro da invasão, e consequente ocupação.
E as mortes vão continuar porque os americanos não entendem o que se passa naquela região.
Os próximos seremos nós, pois se mandarmos elementos da GNR para lá eles vão ser atacados.
Homenagem a um grande homem que contribuiu para a liberdade e democracia em alguns países
1948-2003
que sou melhor que os outros
que sou politico
que sou hipocrita
que sou desleal
que sou rico à custa do sofrimentos de outros
que maltrato as mulheres
que desprezo os outros
que gosto de ver os outros infelizes
que tudo vale para se alcançar um sonho
que mentir não é mau
que enganar não é mau
que ser-se mau é bom
que Portugal está uma maravilha
que o governo é optimo
que a oposição é optima
que o que eu ganho é suficiente
que o meu patrão é optimo
que estou contente com a vida que tenho
que não quero sonhar
que não quero amar
Há muito pouco tempo estava numa conversa sobre temas intimos com uma mulher quando ela me disse que não gostava de fazer amor com preservativo, eu perguntei porquê, ela respondeu que não lhe dava prazer, depois de esmiuçar cheguei à conclusão que ela só tinha experimentado 2 vezes e que já tinha sido há algum tempo. Tentei argumentar com a segurança numa relação, especialmente para uma mulher que só tem amizades coloridas, a resposta foi que usava a pilula, e que sabia que eles não tinham doenças. Isto espantou-me, o à vontade com que arriscava a vida dela. Mas quando falei com outras pessoas a maior parte disse que não gostava de preservativo e que só se fosse obrigado, que escolhia bem os parceiros.
A mim pareceu-me que todos gostavam de jogar roleta russa.
Para quem não sabe roleta russa é jogado com uma pistola de tambor onde se introduz uma bala, depois roda-se o tambor e dispara-se a arma com ela apontada à nossa cabeça, perde o primeiro que morrer!!!
No caso dos homens era apontado que não os excitava usar preservativo, que pareciam estar de gabardine, nas mulheres o problema eram os homens.
Fiquei perplexo, já uso preservativo há muitos anos, tanto me excito com ou sem ele, e até acho que o preservativo até proporciona um acto mais prolongado advindo daí vantagens tanto para o homem (evita-se vir antes da mulher) como para a mulher (mais limpo além de evitar o ter que fingir o orgasmo por ele se ter vindo mais depressa), para além de todo o acto ser seguro quase a 100%, a 100% só não tendo relações.
Conversando mais detalhadamente cheguei à conclusão que a maior parte comprou os primeiros preservativos que encontrou e usou-os, como não lhe deram prazer não experimentaram mais.
Posso dizer que experimentei diversos antes de chegar aos que uso agora e que para mim são ideais, por isso aconselho a usarem mais que uma marca, a verificarem os que se ajustam melhor, os que lhes dão mais prazer aos dois. Algumas mulheres diziam que os homens só iam com elas para a cama, mesmo não sendo casados, elas lá sabem mas não me acredito que a maior parte dos homens sejam fieis, por isso até as próprias esposas correm riscos. Por alguma razão a SIDA está a aumentar entre os heterosexuais, comportamentos como estes não são a excepção mas sim a regra.
O preservativo nos dias de hoje é essencial, não o usar é ser estúpido, incosciente e assasino, para os homens só posso dizer que serão melhores amantes se o usarem, e para as mulheres digo-lhes que deviam exigir sempre o uso de preservativo.
Mas cada um faz da vida dele o que bem entender, eu uso e vou continuar a usar preservativo.
Que se é sucedido no emprego
Que se é aumentado
Que se é feliz na relação amorosa
Que se tem uma relação amorosa
Que se é bom pai
Que se tem dinheiro
Que somos honestos
Que somos leais
Que somos integros
Que não somos hipócritas
Que tratamos bem os outros
Que temos orgulho em ser portugueses
Que vamos escolher melhor nas próximas eleições
Que a oposição vai ser melhor nas próximas eleições
Que os nossos politicos vão ser melhores
Que os sonhos não vão acabar
Que o dia de amanhã vai ser melhor que o de hoje
Que amanhã vou estar vivo para sonhar outra vez
Dei por mim a pensar nos hábitos que tenho. Poderia falar no hábito de fumar, mas eu não fumo, ou no de beber café, mas eu não gosto de café, ou no de beber uma cerveja geladinha, mas só raramente é que faço isso. Então descobri alguns deles, fácilmente pois fui obrigado a mudá-los esta semana, as férias de verão das outras pessoas a isso obrigam.
Estou habituado a tomar o pequeno almoço sempre no mesmo café, e sempre da mesma maneira, um copo de leite, morno no Inverno, frio no Verão, e uma merenda aquecida, pois bem o café fechou para férias, pelo que hoje tive que tomar o pequeno almoço em casa, o que para mim não me soube ao mesmo, hábito. Depois tive que procurar outro local para comprar o jornal desportivo e o semanário automobilistico, pois costumo comprar no café onde tomo o pequeno almoço, mais uma mudança nos hábitos pois não pude dar uma vista de olhos no jornal enquanto tomava o pequeno almoço. Depois no escritório passo o tempo a ver uns a partir e outros a chegar, se hoje falo com um amanhã já é outro. Mas o que me está a custar mais é desabituar-me da companhia que tive nos ultimos tempos, habituei-me a falar com ela, a ouvir as queixas dela, a brincar com ela, a ter a companhia dela, mas as férias a isso obrigam, e olhando para as 2 próximas semanas irrita-me pensar que não vou ter estes hábitos que eu tanto gosto. Mas tem que ser, e eu também irei de férias e será a melhor mudança de hábitos que vou ter, adoro as férias, apesar de não ter possibilidades (plim), para as fazer como gostaria.
Espero depois retomar estes hábitos que para mim são o dia a dia.
Sempre me interroguei porque existem tantos traições nas relações amorosas. Quando era mais novo tinha a ilusão que se amavamos alguém e erámos correspondidos nunca haveria razão para traírmos a(o) nossa(o) parceira(o). Com o tempo e vivência a vida foi-me ensinando que não era assim.
Há muitas razões, alguns dirão que cada caso é um caso, poderá ser, mas normalmente as razões que estão por detrás da traição acabam por ser as mesmas.
E quais são? Sem ser um relato conclusivo ou uma analise psicológica, pois não sou psicologo, para mim as razões de se traír são as seguintes: (podem andar juntas ou separadas)
Não nos satisfazemos com uma unica companhia, uma mulher ou homem não nos bastam, temos que ter sempre mais alguém, mesmo que em casa estejamos muito bem servidos (os caso mais usuais, são os que em solteiros tinham muitas namoradas, depois de casados parecem assentar, mas rapidamente voltam ao modus operandi antigo).
Somos dominados pela conquista, não resistimos a alguém que se oferece e a seguir se faz de cara (normalmente ocorre nos escritórios ou discotecas), depois arrependemo-nos e tentamos esquecer o que aconteceu, adoramos a mulher e não a queremos deixar.
Conquista de ocasião, ocorre normalmente em viagens ou fins de semana longe da mulher, acontece muitas vezes pelo prazer de se fazer algo proibido, de experimentar, por não querer desaproveitar a ocasião (pensamos com a parte debaixo) ou simplesmente por estarmos aborrecidos.
Temos problemas em casa, não conseguimos entender-nos com a mulher, procuramos alguém com quem desabafar, que nos ouça, que nos apoie (muitas vezes cai-se no engano e quando nos divorciamos para ir viver com essa pessoa esta torna-se tão chata como a mulher).
O sexo em casa é mau, é sempre feito da mesma maneira e não se consegue inovar, ou se vão a prostitutas (não se tem o trabalho do engate, dos gastos em jantares e prendas) ou tenta-se arranjar uma amante que não dê muito trabalho (como os homens são ingénuos, as amantes dão sempre trabalho).
A ultima é a vingança, quer seja por ter sido traído quer por qualquer outro motivo, nunca dá bom resultado.
O homem à partida tem mais predisposição para trair, mas ultimamente cada vez mais surgem mulheres a enganar os maridos e com uma grande diferença, elas são mais discretas e mais cuidadosas. A outra diferença é que normalmente as mulheres não se querem divorciar para ficarem com o amante, os homens sim, o que os torna mais vulneráveis.
É certo que as mulheres muitas vezes empurram ou puxam os homens para a traição, mas estes também não fazem nenhum esforço para evitar isso.
Frase mais comum "Ela queria, eu não ia dizer que não", ser-se-ia menos homem caso se recusasse!?
O mal é que as mulheres para os homens são uma tentação, a parte debaixo manda muitas vezes mais que a de cima, e quando isso acontece já se sabe o resultado.
Com o decorrer dos anos acho que cada vez mais a traição será normal na relação entre duas pessoas, pois somos cada vez mais egoistas e só nos preocupamos connosco. O nosso prazer acima de tudo. Também cada vez há mais falta de paciência, para ultrapassar os momentos menos bons duma relação, os casais preferem traír e divorciar-se a conversar e tentar mudar. Tenho a certeza que os psicologos terão multiplas razões para isto estar acontecer, eu por mim limito-me a observar e tentar sobreviver nesta selva de sentimentos.
Todos nós sonhamos e todos nós temos sonhos que gostaríamos de concretizar. O meu maior sonho foi durante muito tempo ser piloto de formula 1. Como é evidente este era um sonho impossivel, tive e tenho outros.
Muitas vezes os sonhos ajudam-nos a delinear caminhos para o nosso futuro,metas que queremos atingir. E como tudo na vida há os que que conseguem atingir, quer pelas metas serem faceis de atingir, quer pela perseverança, ou até pela sorte, uma pessoa que sonha ser rica e que é a unica a acertar no totoloto num fim de semana de jackpot.
Sonhamos com objectivos profissionais, ser director ou administrador duma empresa, ou dono da própria empresa, ou materiais, ter o ultimo modelo dum carro caro quando não temos cheta para comprar sequer o mais barato, emocionais, querer ser pai ou mãe e ainda não temos a vida estaqbilizada, querermos ser felizes e passamos o tempo em relações falhadas.
Os sonhos ajudam-nos a definir o que queremos, e o que não podemos, porque também sonhámos com coisas impossiveis, eu por exemplo gostava de passar um fim de semana de paixão com a Angeline Jolie, é evidente que este é um sonho que muitos homens têm, quer seja a Pamela Anderson, a Marisa Cruz ou outra mulher lindíssima, não passa disso mesmo, é evidente que há alguns sortudos como o tótó que anda com a Marisa Cruz, quando acabar vai deixar muitos portugueses contentes pois podem sonhar em algum dia andar com ela.
Outros sonham em ser primeiro ministros ou presidentes da Républica, alguns chegam lá, outros têm de se contentar em ser ministros da defesa.
e temos os sonhos de curto prazo, que vamos engatar a ou b e que algumas vezes se realizam e muitas acabam quando ouvimos um não.
Mas outros sonhos virão substituir os que são desfeitos, pois sonhar ainda não paga imposto, mas não abusemos porque senão a Ferreira Leite ainda se lembra disso para equilibrar as finanças.
Bons sonhos
Ao longo da vida vamos levando bofetadas, empregos que não correm como esperado, patrões que se revelam ser uns crápulas, namorado(a)s que nos enganam, esposas que nos desiludem, amigos que nos abandonam quando deles precisamos, e depois temos bofetadas subtis, dadas pela familia e pela sociedade.
Sempre que as levamos duma maneira ou doutra ficamos magoados, e tentamos não nos esquecer do que aconteceu para evitarmos novas iguais, mas temos tendência para muitas vezes repetir os mesmos erros, porque acreditamos nas pessoas e dizemos para nós mesmos que agora vai ser diferente.
Não há uma formula mágica que nos impeça de as levar uma e outra vez, e bichos de mato não é a solução.
O melhor talvez seja esperar sempre o pior e ter esperança de acontecer o melhor.
Há alguns dias alguém, bonita por acaso, me perguntava porque escrevia eu poemas, eu achei a pergunta muito curiosa, nunca me tinha debruçado sobre isso. Recuei no tempo e tentei-me lembrar qual tinha sido o primeiro poema e porquê o tinha feito. Especialmente porque eu não sou um entendido em poesia e devo ter lido 4 livros de poemas em toda a minha vida. Então lembrei-me que o primeiro poema tinha sido feito para uma rapariga que eu queria engatar, veio mais tarde a ser minha esposa, e que tinha surgido por eu não conseguir a falar com ela, expressar-me como gostaria, era muito timido. Depois fui fazendo de longe a longe. durante o meu serviço militar para me distrair de vez em quando escrevia um verso, perdi-os todos, ou porque os escrevi em papel e deixei de saber deles
ou porque estavam em computadores de empresas e não tive hipoteses de os trazer comigo. Só a partir de 1994 é que comecei a guardá-los, e mesmo assim ainda perdi alguns. Hoje em dia escrevo-os pelo prazer de com palavras conseguir exprimir algumas emoções ou sentimentos de coisas que vejo, vivo ou sinto. Uns saem melhor que os outros, mas não destruo nenhum. Regra geral preciso da inspiração feminina, seja alguém com quem falo, vejo ou durmo, sem isso fico bloqueado, as mulheres são as minhas musas.
Para mim o mais aborrecido é pensar num verso e ir a conduzir, não tenho hipoteses de escrever ou guardar o verso em que estou a pensar, já pensei em comprar um gravador pequeno, mas sei que me ia esquecer dele e voltava ao mesmo.
Mas retiro grande prazer em os escrever, mesmo que ninguém goste deles ou os aprecie, basta-me a mim gostar de os ter escrito.
Só tenho pena de não ter mais musas que me inspirem, mas não se pode ter tudo.
Hoje vou relembrar os meus tempos de faculdade e as primeiras vezes que ouvi falar num parvo chamado Rui Rio.
Eu era caloiro da Faculdade quando um colega falava que estava farto de ter que aturar um colega, um parvo chamado Rui Rio, pois era arrogante e tinha a mania que havia de mandar nos outros. Já estava nesta altura na politica.
Este parvo chamado Rui Rio afirmava que para ele o que lhe dava mais prazer era saber que o F.C. Porto tinha sido derrotado. Gozava com os colegas e sempre se assumiu como um pequeno ditador, ficava fodido se numa votação era derrotado e tratava logo de arranjar alguma maneira de sabotar o que quer que fosse decidido. Os prórpios companheiros de partido na faculdade não gostavam dele.
sempre se manteve na onda graças as jogadas de bastidores. Para mim que felizmente nunca tive que o conhecer ou lidar com ele foi sempre um parvo que nunca poderia ir longe, como me enganei pois infelizmente conseguiu enganar bem os cidadãos do Portoe hoje dedica-se a tornar a vida dos portuenses um inferno. Desde decisões que beneficiam os amigos até empatar obras essenciais para o bem estar dos portuenses esse parvo chamado Rui Rio de tudo tem feito. Eu pessoalmente beneficio dum outro presidente de camara que se tem revelado um surpresa, falo Do Filipe Menezes presidente da camara de Gaia. É com gosto que passeio hoje em Gaia e noto que pararam os atentados urbanisticos. É evidente que o parvo chamado Rui Rio em vez de aprender com o colega de partido acha que deve é tentar denegri-lo. Espero que ele seja corrido e reduzido à diemnsão que ele sempre deveria ter, um politico parvo que não deve nem pode ter um cargo.
Ontem dei por mim na praia a fazer comparações entre as mulheres jovens e menos jovens e as que eu via na praia há uns 15 anos atrás.
Posso afirmar sem duvida que as actuais batem em quantidade da qualidade as de antigamente.
Notei também que hoje as adolescentes ficam mulheres mais rápido, deve ser da alimentação!!!
Ou então estamos a refinar a qualidade da mulher portuguesa, mas hoje as jovens têm um cuidado com elas que antigamente não havia, é evidente que há sempre excepções e exageros.
De qualquer maneira as mulheres evoluiram muito, e para mim foi para melhor, a nivel fisico e intelectual. É claro que para muitos só interessa a parte fisica, mas aí cabe às mulheres pôr os homens na ordem, alguns bem precisam.
Alguns meses atrás um amigo meu dizia-me que gostava era das alemãs ou escandinavas, depois mudou para as mulheres eslavas, é claro que ele só ligava ao fisico e disponibilidade delas em lhe darem bola.
Eu continuo apreciar as portuguesas e espero que elas continuem a melhorar como até agora.
Detesto os fins de tarde dos domingos. Parece que está tudo contra mim.
É a altura em que me tenho de despedir das minhas filhas e voltar para Lisboa. Depois duma viagem chata, chego a uma casa vazia, e para cumulo parece que todos os casais resolveram desatar a beijarem-se sempre que eu chego.
Eu sei, tenho inveja, e depois? Além de que no dia seguinte tenho de ir trabalhar. Às quartas não se devia trabalhar, assim custava menos, quando nos estavamos aborrecer descansavamos um dia.
Este ultimo domingo era uma excepção, não ia ver as minhas filhas e pensei que ia ser diferente, qual quê, acordei tarde, fiz um almoço péssimo, e quando decidi sair, qual foi a primeira coisa que eu vi, um casal aos beijos, que inveja!
Bem a praia até estava óptima, foi o que valeu, assim como as vistas, deu para regalar os olhos, agora o fim de semana prolongado vai saber muito bem. Mas já sei que vou detestar o fim da tarde de domingo.
Estou a escrever este texto sentado numa das mesas da zona de restauração do Colombo. Para quem possui um portátil com placa wireless esta torna-se uma situação óptima, pois não tenho em casa uma ligação rápida à internet. Trabalha sem problemas e a velocidade oferecida está excelente, é pena que nas Docas se tenha optado por uma solução diferente, pois enquanto no Colombo navego sem ter de pagar nada, nas Docas tem que se comprar um cartão hot spot ou ter uma assinatura mensal. Para pagar meto uma ligação em casa que fica mais barato.
Por isso se puderem aproveitem para ir ao Colombo e navegar na internet com o vosso portátil, por enquanto é de borla.
Quem são os deficientes dos cornos?
Este é o nome pelo qual eu conheço todos os que chegando a um centro comercial ou um hipermercado e vão estacionar o carro no lugar dos deficientes, apesar de não terem o distico correspondente nem apresentarem qualquer deficiência.
Como não é visivel a "deficiência" destas pessoas só se pode assumir que a mesma são os cornos que ela tem.
Por isso sempre que passo por algum identifico-os dizendo "olha mais um deficiente dos cornos"
Gostava que todos os que concordam comigo que quem estaciona nesses sitios sem ter uma deficiência verdadeira deviam passar a ser conhecidos como deficientes dos cornos. Os que não ficam chocados com isto são os que já fizeram o mesmo, por isso são DEFICIENTES DOS CORNOS!!
Tive agora mesmo uma discussão com um dos muitos chico espertos que se acha dono da estrada quando se senta atrás dum volante.
Cismou que apesar de eu lhe surgir da direita que ele tinha prioridade, chegou afirmar que uma placa que se encontrava 10 metros à frente do cruzamento que era para eu lhe dar prioridade.
Já ouvi outras, como um que entrava numa rotunda vindo duma rua e cismava que tinha prioridade apesar da sinalização dizer o contrário.
No sitio onde trabalho todos os dias tenho que me chatear com alguém, existe uma rotunda pequena mas bem sinalizada para quem chega a ela, o problema é que por ser tão pequena as pessoas pensam que não têm que dar prioridade, vêm tão confiantes que são obrigados a travagens bruscas, já fui insultado por diversas vezes.
E quando lhes aponto a sinalização no chão e vertical ainda há alguns estupidos que continuam a sentir-se com razão.
O facto de se ir numa via com mais movimento não nos concede prioridade sobre os outros, nas rotundas quando sinalizadas quem entra nelas tem de sempre dar prioridade, quem surge da direita se não tiover sinalização contrária tem sempre prioridade.
E já agora quem atravessa na passadeira e desde que não haja sinalização luminosa tem sempre prioridade.
Respeitem os outros para merecerem ser respeitados
Na minha vida deparei-me com muitas situações de amizade com mulheres, amizade, não simples conhecimento ou convivio, este é um ponto muitas vezes discutido pelos homens, se nós somos capazes de ser só amigos duma mulher.
Costumo dizer que cada mulher é uma situação diferente.
Sou amigo de muitas mulhers, mais do que de homens, as mulheres a nivel de amizade pôem mais cuidado na manutenção das amizades, o homem é mais desprendido e distráido.
A amizade com uma mulher pode ser vista de diversos prismas.
Somos amigo dela porque quisemos andar com ela, ela deu-nos com os pés mas ficamos amigos, (ou diga-se à falta de melhor pelo menos vamos tendo algum contacto)
Não nos interessa como engate, mas gostamos de conviver com ela (achamos que ela é a irmã que gostariamos de ter, muitas vezes pelas amigas que nos apresenta)
É a namorada dum amigo, e dá-mo-nos muito bem (subconscientemente temos inveja da boazona que o amigo arranjou, e gostariamos de ser nós a namorar com ela)
Somos amigo dela porque é amiga da nossa namorada ou esposa (aqui depende se a amiga é mais bonita que a nossa, se sim sonhamos em levá-la para a cama, se não é só por delicadeza)
Somos amigos porque trabalhamos no mesmo escritório (normalmente resulta numa tentativa de ver se dá para mais alguma coisa, caso não dê mantém-se a amizade, porque o convivio a isso ajuda)
Por ultimo somos amigos porque a conhecemos durante algo que gostamos, por exemplo, um concerto, uma concentração, um jantar de amigos e os motivos em comum levam a manter a amizade (se a relação se mantiver por algum tempo, um ou os dois deles podem se sentir atraídos e passar à fase seguinte).
Já tive comigo alguns dos casos acima, não vou agora explanar quais, mas é possivel um homem manter uma relação de amizade com uma mulher durante anos, sem ela passar disso mesmo.
Agora o que acontece muitas vezes é que falamos de amizade quando o relacionamento é puro conhecimento, falam com ela de vez em quando mas não existe uma amizade na verdadeira acepção.
Algumas vezes homens e mulheres encontram-se na situação de que se sentem preparados para dar o passo seguinte mas têm medo de perder a amizade caso sejam rechaçados, e posso dizer que quando as coisas correm mal muitas vezes perde-se a amizade.
Mas quando se está ao lado de alguém porque quem nutrimos além da amizade uma grande atracção, o convivio pode ser um suplicio, agradável às vezes desagradável outras.
Mas se somos verdadeiros amigos ultrapassamos isso tudo, lambemos as feridas em privado e apoiamos a amiga quando ela precisa.
Mas tenham cuidado, se ela tem namorado e vocês não gostam dele, não lho digam, uma mulher apaixonado não aceita que a contrariem, e depois é pior a emenda que o soneto. E caso ela acabe com o namorado também não lhe digam que já sabiam que isso ia acontecer, pois aí são acusados de não a terem avisado, o que caso fizessem iriam ser acusados de ter ciumes. Por isso o melhor é dar apoio, aceitar as escolhas e deixá-la sozinha descobrir os erros que faz.
Muitas amizades já resultaram em grandes uniões. Porque muitas vezes os amigos têm mais em comum que os namorados.
Eu acredito que uma relação amorosa tem que ter uma sólida amizade entre ambos, pois caso contrário só existe a atracção, e essa pode desaparecer ou esmorecer, a amizade já não é tão fácil de desaparecer ou esmorecer.
Mas tenham cuidado os namorados nunca gostam dos amigos dela. E podem dar de caras com um armário de 2 metros e 120 Kgs, eu já dei e se escapei foi graças a muito paleio.
Agora mesmo estive a ler um post doutro blogger (estive para chamar bloguista mas isto podia ser mal entendido) sobre as pessoas que se comunicam através dos chats, onde criam ligações estreitas podendo mesmo falar-se de amores e paixões. Que algumas, poucas vezes são transferidas para a vida fora do chat.
Isto acontece porque as pessoas perdem o medo ao falarem num chat onde não são conhecidas, nem vistas, sentindo-se por isso mais desinibidas.
quando se tenta pranspor para o dia a dia surgem as decepções, as inibições, porque uma coisa é falar-se com alguém sem ser conhecido e visto a outra é a reacção quando se conhece pessoalmente a pessoa, porque quer se queira quer não todos nós não nos apaixonamos só pela mente.
mas especialmente pelo corpo. Por isso quando se tenta passar duma sala de chat para o convivio dia a dia tudo muda, passamos a utilizar os olhos para observar, analisar a pessoa com quem falamos, mas o pior é que desaparece o à vontade com que num chat se falava de tudo, e rapidamente parece que não há temas em comum para continuarem a falar.
Algum tempo atrás tive um amigo que passava por esses problemas, tinha-se conhecido num chat uma rapariga que ele achava combinar com ele e como se sentiam bem a falar um com o outro resolveram conhecer-se pessoalmente, quando se viram não foi nenhuma desilusão já que não tinham inventado nada acerca deles, muitas vezes um dos grandes problemas nos chats, mas descobriram que não se sentiam à vontade a falarem um com o outro, assuntos com sexo, casamento, religião que tantas vezes tinham abordado no chat pareciam coisas tabu, apesar de tudo resolveram encontrar-se novamente pois sentiam-se atraídos um pelo outro. O meu amigo temendo novo fiasco, pediu-me se eu o acompanhava, eu disse que sim pois estava curioso. Foi engraçado pois a amiga dele também teve a mesma ideia e levou uma amiga. E como eu não sou um grande fã de chats mas sim de falar cara a cara com as pessoas, e há muito deixie de ter problemas de abordar qualqeur assunto por mais problemático que seja comecei a falar com a amiga da amiga do meu amigo (complexo?), ora bem esta era uma amante dos chats e ficou um pouco envergonhada, mas aos poucos consegui que todos falassemos um pouco de tudo, a partir daí não mais o meu amigo teve problemas com a amiga, ainda continuam a utilizar o chat frequentemente, mas falam mais ao vivo que através do computador.
O que é certo é que todos nós temos inibições, impostas pela sociedade por regras não escritas, e sempre que podemos tentamos fugir a essas regras, quer através do anonimato dum chat, quer através do alcool hoje muito usado pelos jovens para se sentirem desinibidos.
Mas tudo isso é uma sensação ilusória, porque falando cara a cara o efeito é muito mais efectivo e duradouro, mas é evidente que cada um escolhe como se quer relacionar com os outros.
Mas já agora, não inventem quando falem de vocês num chat, porque isso em ultima analise só os irá magoar a vocês próprios.
O Acontece para quem não sabe era um programa diário cultural que abordava tudo o que se ia passando na cultura deste país à beira mar plantado. Agora o tótó do Almerindo Marques que é um Lambe Botas do burro do Sarmento decidiu acabar com esse programa, o mais antigo da televisão portuguesa, e o unico a falar da nossa cultura nacional. aos poucos o planeamento de acabar com a RTP 2 segue o seu caminho, quando ninguém o vir podem fechá-lo sem ninguém estrebuchar.
A sociedade civil que o governo fala é um conjunto de lambe botas que o governo pôs a regular a RTP 2 com o unico intuito de esvaziar a RTP 2 do que qeur que pudesse ter interesse para os portugueses em geral e servisse de contraponto às telexanxadas servidas pelas privadas.
Mas nada já me admira num país em que os programas mais vistos são as telenovelas importadas do país, pois hoje nem as portuguesas são as mais vistas.
Não temos orgulho no produto nacional, e depois os concursos são de bradar aos céus, porque tirando o passo palavra que ainda escapa pelo indice cultural o resto é de chorar, ams se calhar sou eu que estou deslocado quando gosto de ouvir falar de livros, pois em Portugal cada vez se lê menos.
E ninguém pense que sou um rato de biblioteca, porque também gosto de ver desporto e de futebol por exemplo, mas acho que a televisão deve ter de tudo, e neste momento estão acabar com essa diversidade.
Mas do governo já nada espero, ou melhor espero que rapidamente desapareçam do poder porque já estou farto deles em especial desse palhaço do Paulo Portas.
Faro, a maior concentração de motas da Europa, uma orgia para todos os que gostam de motas. Um óptimo sitio para se verem todo o estilo de pessoas, desde os betinhos até aos feios porcos e maus. Desde motas muito estimadas, que o dono trata de limpar todos os dias apesar do pó que sempre há, até aquele que a mota é bonita com quanto mais lixo tiver em cima. Pessoalmente Faro toca-me profundamente, pois desde a minha primeira presença onde descobri que num fim de semana se pode ver desfilar na frente dos olhos todas as motas com que uma pessoa podia sonhar, todos os anos a minha passagem por Faro fica sempre marcada por um prazer redobrado em conviver com outros motards. Como em tudo na vida, há excessos, e este ano ficou marcado pelo excesso de zelo da policia.
Se nos primeiros anos a que fui os excessos eram de alguns inconscientes, este ano foi a policia que se excedeu.
Já me vieram recriminar por protestarmos contra a actuação da policia, mas eu só fiz uma simples comparação e todos começaram a descnversar. A comparação é simples, no mesmo fim de semana que se realizou a ultima concentração de Faro aconteceu o Festival de Vilar de Mouros. Ora imaginemos que a policia tinha uma actuação parecida com a de Faro, e punha policias a controlar todas as pessoas que entravam no festival, a revistá-las, a pedir-lhes os BI, de certeza que os organizadores iam berrar aos 4 ventos, que as pessoas se iam insurgir contra a policia, mas foi o que aconteceu no Algarve, entre 24000 pessoas que entraram na concentração e as 10 a 15 mil que se movemnos arredores da mesma, foram apanhadas 600 pessoas em infracção, a maioria destas por circularem sem capacete.
Ora bem, desde que eu vou à concentração de Faro que sempre se pode circular entre a concentração e a cidade de Faro sem capacete, ou ir à ilha de Faro sem capacete. Este ano a policia decidiu multar quem não tivesse o capacete posto. Era o mesmo que pedirem a todos os que iam a Vilar de Mouros que não bebessem alcool.
Quanto aos restantes infratores, noutros anos a policia tinha-os apanhado na mesma sem fazer o show-off que fez, pois na zona da concentração mobilizou para a caça aos motards 80% da brigada de Transito do Algarve.
Quer dizer, controlar as vias onde circulam automóveis e onde acontecem muitos acidentes não era importante, o importante era foder os motards, porque os motards é que sao os culpados de tudo.
À brigada de transito do Algarve mando-os ir todos para o cara... cambada de vendidos que só se preocupam em chatear quem está sossegado.
Se houvesse o mesmo zelo em tudo o que a policia faz aí em nada teria a dizer, pois estariamos num país muito mais seguro e justo.
Mas como isso não acontece só posso partir do principio que hoje em dia ainda muita gente vê os motards como malucos que deviam ser todos proibidos de andar na estrada.
Vejam se têm juizo, porque eu não gosto das atitudes de muita gente e não ando por aí a dizer para as proibirem ou prenderem.
Faro há-de continuar a ter a sua concentração e eu se nada me acontecer lá irei todos os anos.
Eswtes ultimos dias têm sido terriveis para Portugal. Os fogos que lavram em quase todo o país vêm pôr a descoberto as terriveis carências da desgovernação dos ultimos 20 anos. quando ouço na televisão as pessoas dizerem mal dos bombeiros só me apetece desatar à bofetada a todas elas. Os bombeiros são para mim autenticos herois, que se ultrapassam em cada hora para tentarem minorar o desastre que grassa neste país, se querem dizer mal de alguém digam mal de todos os governos que tivemoe e temos, mas também se recriminem a si próprios. e porquê?
Porque quando não há incendios, não se preocupam em limpar os terrenos que têm, em ajudar monetáriamente os bombeiros, pois com o governo não podemos contar, em se informarem o qeu não devem fazer em tempo de calor, em exigir dos nossos politicos medidas eficazes e não paleio e show-off.
Enquanto nós nos demitirmos como cidadãos do nosso direito de mudar e controlar a nossa vida e o entregarmos a pessoas incompetentes e ineficazes não podemos culpar ninguém a não ser nós próprios.
Lembrei-me duma anedota sobre bombeiros que espelha bem o que se passa em Portugal, e conta-se rapidamente "Uma fábrica estava cercada pelo fogo que grassava na floresta próxima, os bombeiros não conseguiam combatê-lo e o dono da fábrica via toda a sua vida desaparecer, então desatou a gritar, dou 50 mil euros a quem me salvar a fábrica, mas ninguém parecia conseguir para a aproximação das chamas, até que um dos chefes duma das corporações presentes se lembrou dos voluntários da Arroteia de Baixo, conhecidos pela sua temeridade, o dono mandou logo chamá-los. Passado um quarto de hora vê-se o carro dos Voluntários da Arroteia de Baixo vir estrada a baixo avançar temerariamente pelo fogo adentro e entrar na fábrica, todos os presentes ficarma maravilahdos com a coragem e audácia, pois todos os bombeiros tinha saído da viatura e combatiam o fogo com uma determinação fabulosa. Graças a isso o incendio foi dominado. Quando o dono da fábrica a viu salva dirigiu-se ao chefe dos Voluntários da Arroteia de Baixo para os felicitar, e perguntou-lhe "ó homem o que é que vai fazer com os 50 mil euros?" resposta do chefe "Arranjar os travões da viatura"
Dá para rir, ams neste momento olhando para Portugal dá é vontade de chorar, porque ilustra a falta de meios adequados, e não me fodam, o Durão que vá pentear macacos, se os meios fossem suficientes os incendios não se tinham propagado à velocidade que aconteceu.
E quanto a descobrirem os culpados, deixem-me rir, em Portugal só se descobrem culpados que são tótós, pois quem faz coisas destas não anda depois a dizer que foi ele. Mostrem-me dos milhares de fogos que acontecem quantos culpados foram apanhados, devem-se contar pelos dedos duma mão.
E quando ouço o palerma do Durão dizer que vqamos reflorestar, eu pergunto como, onde, ouvindo quem de direito, como são os ambientalistas, ou ouvindo a industria do papel que quer transformar Portugal num eucaliptal. e vai-se repor a diversidade? Mesmo que isso fique mais caro ao país em dinheiro mas mais barato em verde, em ambiente em paisagem. e como é que vai ser no futuro? Vão-se limpar as matas, fazer corta-fogos, aumentar ainda mais a vigilância pois está visto que não chega.
A unica coisa que eu ouço é dizer que é preciso apagar os fogos, mas para isso estão os bombeiros, os militares e os populares, pois não estou a ver nenhum ministro ir para lá ajudar.
Então sentem-se e decidam já, não é quando estiver tudo apagado, nessa altura como a memória é curta criam-se comités de estudo e análise, e ao fim de 5 meses faz-se um show-off e continua tudo na mesma. Um primeiro ministro face a uma catástrofe tem que decidir logo, expor as linha mestras tomar decisões, e tratar de implementá-las, não é fazer estudos e analises e mais o raio que o parta que vai resolver, porque nada nos diz que para o ano o mesmo não vai acontecer, e se não se começar já, che3ga-se ao próximo ano exactamente como estamos agora.
Para isso, temos que todos forçar a que as decisões sejam rápidas e deixar-nos de criticar os bombeiros, mas sim apoiá-los, incentivá-los, dizer-lhes que são herois e que estamos com eles, e a seguir exigir ao governo, e a Ferreira Leite que se vá catar, medidas para dar mais e melhores meios, melhor vigilância, usem os militares para isso, eles estão nas caserna a fazer o quê? Ponham-nos a vigiar as nossas matas.
Exigam que as nossas florestas sejam ainda mais, pois sem elas morre um pouco de nós todos os dias.
E exigam que isto NUNCA VOLTE MAIS ACONTECER.
eu posso ser considerado ateu, pois não acredito na figura dum Deus, fui criado na religião católica apostólica romana, mas quando comecei a puder analisar o que era a religião, o que representava, verifiquei que nada me dizia.
Ainda hoje sempre que há enterros ouço a missa, não me incomoda, dá para analisar como a igreja tem evoluido ou não a esse nivel. Casei-me pela igreja, foi algo que a minha mulher queria e que não me aquecia nem me arrefecia, e não vem mal ao mundo por isso. As minhas filhas foram batizadas, e vão fazer a comunhão, é algo que também não me incomoda, quando crescerem poderão analisar se acreditam ou não.
Mas um ateu não tem fé, mas eu tenho fé, por isso não devo ser ateu. Eu explico melhor.
Eu não tenho fé num Deus, ou numa entidade que não conheço e nunca vi, eu tenho fé em mim, acredito em mim, acredito que sou capaz de fazer o que me propunho, que sou capaz de evoluir, tentar ser uma pessoa melhor, essa fé faz-me enfrentar a vida, a fé que eu sinto em mim próprio, a alegria de viver e as minhas filhas misturam-se para me ajudar a enfrentar as vicissitudes da vida. Mas se não tivesse fé em mim, todo o resto se desmoronaria.
A minha analise em relação as religiões, é de que as pessoas precisam de ter fé em algo, e como não tem fé nelas, procuram icones em quem depositar essa fé, eu entendo-as, pois quando uma pessoa não tem fé em nada, sente-se um pouco perdida, é claro que existe quem tenha fé em algumas coisas erradas como por exemplo o dinheiro, ou o poder, mas duma maneira ou doutra as pessoas vivem com fé no dia a dia.
Eu por mim vou continuar a ter fé em mim, e acreditar que se mais pessoas tiverem fé nelas próprias conseguirão ser melhores pessoas, aceitando as suas virtudes e defeitos.
Que todos nós temos defeitos, ninguém é perfeito.
Agora que se aproxima a data da morte do meu pai, costumo olhar para trás e analisar o tempo que passou e como a minha vida tem decorrido. Este ultimos meses foi uma repetição do ano anterior, vivendo durante a semana em Lisboa, e indo visitar as minhas filhas no fim de semana ao Porto.
Para mim cada reencontro com elas é algo de maravilhoso, compensa todo o que me possa correr de mal durante a semana, e são muitas as contrariedades que uma pessoa encontra ao longo da semana. Mas um sorriso e a certeza que vou estar com elas são o suficiente para enfrentar tudo.
Os motivos que me levaram a vir trabalhar para Lisboa residem numa só coisa, a impossibilidade de viver a tempo inteiro com a minha mulher. Ainda hoje não sei se foi a melhor opção.
Vir trabalhar para Lisboa, mas continuar casado. Algumas pessoas perguntam-me porque é que eu não me divorcio, eu respondo que aí não iria poder ver as minhas filhas todos os fins de semana, ou sempre que vou ao Porto, outras afirmam que eu não me divorcio porque ainda amo a minha mulher, eu respondo que o amor já morreu há alguns anos, ela matou-o, mas que ainda a respeito e gosto dela como mulher, não como esposa, mas não a consigo aturar mais do que o fim de semana. Já me acusaram de ser egoista e de não gostar das minhas filhas, nunca algo foi tão errado, se eu fosse egoista divorciava-me e não me preocupava com o resto, e o resto são as minhas filhas, que sei que sofreriam muito mais se só vissem o pai de 15 em 15 dias, e não pudessem estar com ele sempre que ele fosse ao Porto, já apra não falar no nivel de vida que elas têm e que deixariam de ter. Mas isto também irá mudar, quando não sei, nem é algo que me preocupe, pois tenho a certeza de que esta situação mais tarde ou mais cedo irá me levar a divorciar, não porque o queira mas sim por ter sido empurrado para isso. E aí muito contribui a minha esposa que aos poucos me leva a considerar cada vez mais o divórcio, pois a saturação leva à falta de paciência, e quando eu não aguentar passar o fim de semana ao pé dela, aí vou ser egoista, e por muito que goste das minhas filhas vou para o divórcio.
Por isso este ultimo ano foi um ano normal, um evoluir de toda uma situação que se vai arrastando, e que enquanto eu aguentar se vai manter. diga-se também que a situação só não se alterou radicalmente porque ainda não encontrei ninguém com quem quisesse refazer a minha vida, aí tenho a certeza que iria pesar os prós e os contras e tenho a certeza de que se a nova relação valesse a pena e tivesse futuro iria para o divórcio.
Mas como tudo na vida, nada cai do céu, e nada é fácil, não me queixo da minha vida, podia ser muito melhor, mas também podia ser muito pior, por isso vou-a vivendo dia a dia, com alegria e satisfação, e com a certeza de que o que quer que aconteça eu estarei preparado, por muito mau ou muito bom que seja.
Para mim os automóveis sempre foram o expoente máximo do meu gosto pela velocidade, ao contrário das motas, nos automóveis sempre tentei ir ao máximo, arriscar o máximo. Depois de tirar a carta o priemiro carro que eu tive foi um Citroen Dyane, o carro foi escolhido numa decisão consensual entre mim e o meu pai, ele achava que eu devia começar por um carro com pouca potência para me habituar, e depois poderia passar a outros. Hoje mais do que nunca, acho que foi a escolha acertada, a escolha que todos os pais deveriam fazer para os filhos.
Com o Dyane, que a descer dava no máximo 140 Km/h, e tinha que ser uma descida grande, habituei-me a explorar todos os limites do carro, a sentir como ele reagia a cada curava, a cada travagem, como se comportava em seco ou em molhado, aprendi a saber antecipar as reacções do carro
Isto ajudou-me quando fui mudando de carro e de potência, todos os carros que tive ou conduzi, sempre os levei ao máximo das capacidades deles, e quando a maior parte dos condutores com o passar dos anos tem a tendência a conduzir mais devagar, pausadamente, comigo sucede o oposto, cada vez quero conduzir mais depressa. Eu sei que é perigoso, mas é um vicio, sentir o carro acelerar, fazer a curva depressa senti-lo a deslizar, controlar esse deslizamento, sair em aceleração total. Para mim é enebriante.
Sempre quis ser corredor de automóveis, infelizmente nunca tive o dinheiro nem os apoios para isso, e agora além de ser tarde, continuo sem dinheiro e sem apoios, mas não interessa pois divirto-me a acelerar nas auto estradas. Já sei que vão dizer que sou um inconsciente, mas nestes anos todos nunca tive um acidente em que fosse culpado, por isso não sou inconsciente, sou é um excelente condutor, em automóveis afirmo-o sem duvida nenhuma.
Mas o automóvel não me dá tanto prazer como a mota, são sensações totalmente dispares, mas gosto das duas, por isso sempre que posso divido-me no mesmo dia entre os dois meios, ando de mota, a seguir de carro, outra vez de mota e outra vez de carro.
Uma pessoa tem que curtir a vida ao máximo e eu faço os possiveis
Nunca fui ou pensei vir a ser analista politico, a maior parte deles deixa-se influenciar por amizades, gostos ou cores politicas. Por isso sempre que vejo algo que influencia o dia a dia de todos nós reajo com os sentimentos que essa noticia me provoca. Por exemplo nos ultimos tempos tem-me entristecido a continua procura de limitar as liberdades e garantia