A minha relação com o semanário Expresso tem sido feita de altos e baixos ao longo da minha vida. Começou por ser o local onde comecei a procurar emprego, costumava-o ler até que a linha editorial me desagradou profundamente, era tendencioso, só dava voz a uma parte da população. Mais tarde registei com agrado uma abertura a diversas tendências e voltei a lê-lo, mas a linha editorial voltou a ser muito tendenciosa pelo que deixei novamente de o ler, alguns meses atrás voltei a comprar o Expresso, diversas pessoas das mais diversas tendências ou opiniões escreviam nele pelo que a leitura voltou-me agradar, apesar da linha editorial me desagradar com certas opiniões, por exemplo no caso dos motards, mas fui tentando ignorar até que o jornal se tornou anti-portista, e como muitos outros jornais que não compro por esse facto este tornou-se mais um deles, é triste a atitude que o jornal nas duas ultimas semanas tomou contra a instituição F.C. Porto, e esta minha atitude nada tem a ver com seguidismo, felizmente penso pela minha cabeça o que parece que cada vez menos acontece em Portugal. Já agora o Sr. J A Lima devia tirar um curso de humildade, só lhe ficava bem para quem só diz asneiras todas as semanas.
Tenho a certeza que ao Expresso o eu não comprar não lhe faz diferença, mas a mim também não vou sentir a diferença de o ler. Estamos quites.