Parece que estou condenado a sempre que ouço o telejornal a ouvir da boca dos nossos governantes disparates.
O ultimo foi o modo de avaliação e as quotas para o mesmo dos trabalhadores da função publica.
Se já havia compadrios, favores e outros coisas que tais na função publica agora muito mais. O director encarregado da apreciação vai favorecer os amigos(as) e prejudicar quem lhe faça frente a ele ou a algum dos amigos.
Quem queira mudar algo vai ser prejudicado, e não vão ser os competentes a subir mas sim os lambe botas. E se o assédio já poderia existir, agora nem é preciso abrir a boca, passa a ser a unica maneira para as mulheres de subirem ou mesmo manterem o psoto de trabalho no caso das que estão a contrato.
Sempre achei que este tipo de avaliação só conduz a uma maior baixa de produtividade, a favorecimentos e à incompetência, e esta infelizmente já grassa na funcção publica.
Deverão ser outros métodos os utilizados para avaliar, e nunca um superior a avaliar quem lhe está abaixo no poder.
Mais um disparate deste governo, qual será o próximo?